Professor preso por atentado ao pudor

professor salário piso

 

Um professor de português Chico Amâncio, da escola de ensino fundamental Raimundo Nonato, da cidade de Votuporanga, interior de São Paulo, foi preso acusado de atentado violento ao pudor simplesmente por ter mostrado o seu contracheque no valor de R$ 875,00 aos alunos durante uma aula.

O professor teve a sua licença cassada pelo MEC. Ele era o preferido de todos os pais e alunos da escola por ensinar com dedicação e fazer com que seus alunos tirassem notas boas. Mas após denúncia de alguns alunos que viram o seu contracheque, os pais resolveram levar o caso à polícia, que o indiciou e o prendeu.

A diretora da escola, Fátima Mello, foi uma das que mais se surpreendeu com o fato e ficou surpresa ao ver seu professor atrás das grades. Segundo ela, os alunos chegam a casa em estado de choque e contaram aos pais que viram uma coisa muito inapropriada para a idade deles e o caso foi parar na delegacia.

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De acordo com declarações do delegado Milton Aranha, um aluno que viu o contracheque do professor chegou a desmaiar caracterizando um atentado violentíssimo ao pudor, por isso determinou a sua prisão e agora está aguardando decisão da Justiça para o caso.

Um dos pais mais indignados com o gesto do professor Chico Amâncio é Maurício Seixas, que é pais do aluno Juliano Seixas, o próprio que sofreu o desmaio. “Ele não deveria fazer isso com uma criança, pois quando essa criança crescer sabendo que um professor ganha tão pouco e o que deve acontecer com o seu futuro. Por isso eu quero “cana” para ele”, disse o pai do aluno.

Se for condenado, o professor Chico Amâncio poderá escolher ficar preso ou dar aulas de graça por um mês. E ele já fez a escolha: “fiz minhas contas e prefiro ficar preso, pois com o que ganha não consigo nem me alimentar, e pelo menos aqui na cadeia tenho uma “boi” duas vezes ao dia”, lamentou o professor.

Vilson Santtos
REDAÇÃO JORNAL DA CIDADE

Leia os comentários para tirar a dúvida: se é uma notícia ou uma sátira? O mais importante: se nada disso aconteceu (inclusive Chico é um apelido), por que todo mundo acredita?
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Companheiros

Na cidade de Votuporanga, SP, o Professor de português Chico Amâncio,
da Escola Raimundo Nonato (ensino fundamental) foi autuado pelo
delegado Milton Aranha, por ter cometido ‘atentado gravíssimo ao pudor’.
A diretora, Fátima Mello, informou ao reporter Anderson Freitas, que
um pai de aluno reclamou ter o filho chegado em casa ‘em estado de
choque’ pois o Professor lhe mostrou ‘uma coisa muito inapropriada’.
O delegado informou que o Professor mostrou o seu contracheque de
R$875,00 aos seus alunos e que uma criança até desmaiou, e o pai do
aluno Juliano, Maurício Seixas, disse que o Professor ‘esfregou’ o
contracheque na cara do filho, uma criança de dez anos, que pode
crescer revoltada. O dito genitor quer que o Professor vá para o
xilindró (cadeia).
A princípio, até pensei que o Professor tivesse mostrado outra coisa,
mas foi o contracheque, que possivelmente, mostrou a pedido dos alunos.
Se alguma criança ficou em estado de choque e/ou desmaiou, foi devido
ao valor do contracheque.
Além de preso, o Professor teve sua licença cassada pelo Ministério de
Educação. Que absurdo!
Há 40 anos atrás eu fui classificado em concurso (Niterói) e assinei o
contrato, em seguida rasguei-o quando soube que o salário que iria
receber era menor que o salário da empregada da minha mãe, na segunda
vez nem me apresentei, só queria a classificação para o curriculo. Na
época eu morava com os meus pais e tinha casa e comida.
Este coitado não conseguia sequer comer com o que ganhava. Quem deve
ir paara o xilindró é o Prefeito de Votuporanga, SP, caso a escola
seja pública ou a Diretora da escola, caso seja particular, o Delegado
e o Ministro da Educação.
Tudo está errado neste País. É assim que vamos dar o grande salto para
o futuro?

Um abraço
Sergio Velho

O SALÁRIO CHEGA ATÉ R$ 1.459,37. UM SALÁRIO TETO DE 7OO DÓLARES
O SALÁRIO CHEGA ATÉ R$ 1.459,37. UM SALÁRIO TETO DE 7OO DÓLARES

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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