A rota da polícia na investigação da chacina da família do menino Marcelo

Escrito por Marcelo no dia dos pais, em 2012
Escrito por Marcelo no dia dos pais, em 2012

A polícia tem apenas uma rota: provar que o menino Marcelo é o autor da chacina.

Publica G1 (meus comentários vão entre colchetes):

O delegado geral da Polícia Civil, Luiz Maurício Blazec, disse que a investigação ainda não está concluída. “Nada está sendo desprezado, todos os informes trazidos pelas testemunhas estão sendo verificados e serão checados. A linha de investigação principal ainda é a autoria atribuída ao menino. O caso ainda não está concluído, aguardamos os laudos a fim de que eles possam ou não comprovar de forma concreta esta tese”, disse Blazec.

[Que a polícia tem a dizer da análise do médico legista e professor George Sanquinetti de que Marcelo não cometeu suicídio?

Quando serão interrogados os policiais que tentaram aliciar a mãe de Amarildo para participar de uma quadrilha de assalto a caixas eletrônicos, conforme revelação do deputado estadual major Olímpio? Ela denunciou, e informou os nomes dos policiais bandidos. Todo mundo sabe que, pela omertá (lei do silêncio), o preço da delação é a morte]

Um policial militar ouvido no DHPP disse que o sargento da Rota Luís Marcelo Pesseghini, de 40 anos, havia ensinado o filho a atirar. A informação foi confirmada pelo delegado Itagiba Franco, responsável pela investigação.

[Um pai policial ensinar o filho de 13 anos a atirar pratica vários crimes. Primeiro, não é um bom pai.]

O PM, que morava na mesma rua da família, também informou ao DHPP que o sargento e a mãe do jovem, a cabo Andréia Pesseghini, ensinaram o filho a dirigir automóveis e que o jovem tirava o carro da família todos os dias da garagem. O automóvel foi localizado na rua onde o garoto estudava e a polícia investiga se ele dirigiu até lá, assistiu à aula e só depois retornou para casa e se matou.

[Um mãe também irresponsável. Capaz do crime de ensinar o filho de 13 anos a dirigir, infligindo a lei. Não parece em nada com a cabo Andréia Regina Bovo Pesseghini, que teve a coragem de denunciar a bandidagem dos colegas de farda.

Não entendo porque Marcelo teria ido de carro para a escola, e preferido voltar de carona. Carona oferecida por quem? Outro desatencioso policial que não viu o carro da família estacionado na frente da escola?

Veja que a família e professores vêm sofrendo stalking policial para confirmar a tese do Marcelo serial killer. Leia mais]

conversa professora

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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