Jornais e jornalistas que defendem eleição sindical de urna prenha não têm moral para denunciar a corrupção alheia

Ilustração de Kavehadel
Ilustração de Kavehadel

 

Eleição com voto de cabresto, com voto bico de pena, com voto marmita, com urna prenha, com transporte de eleitores (ninguém sabe de onde sai o dinheiro), com urna volante (nem na ditadura existia urna voadora), sinaliza que existe algo de podre no reino da Dinamarca.

Que moral tem um jornalista, que defende a corrupção na Imprensa, para combater a corrupção noutros poderes?

Onde começa a luta contra a corrupção?

Onde começa a defesa da liberdade de imprensa se o jornalista não tem liberdade de expressão, não  vota livre no sindicato, e recebe um salário de servo, e trabalha em uma gaiola de ouro?

 

 

Até quando vai durar a intervenção do governo do Estado nas eleições e campanhas sindicais
Até quando vai durar a intervenção (ditadura) do governo do Estado nas eleições e campanhas sindicais?

 

 

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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