“São muitos policiais da ativa que estão nas milícias”

Por Lilia Diniz

... e continua nesta ano 13
… e continua neste ano 13

O deputado Marcelo Freixo comentou que uma recente pesquisa mostrou que a população do Rio de Janeiro lidera o ranking nacional de pessoas que se sentiram extorquidas por policiais, com 30% dos casos. “O grande debate é: qual é a polícia que a gente tem? Qual é a formação, qual a capacitação, a valorização, o investimento na qualidade da polícia? Hoje, um policial no Rio de Janeiro é formado em três, quatro meses, até pela pressa de se formar muitos policiais para dar conta da demanda das UPPs, que são uma nova realidade no Rio de Janeiro”, alertou. As autoridades alegam que os policiais que cometem crimes são expulsos, mas o deputado acredita que é preciso um monitoramento da atuação do agente de segurança pública após sua exclusão da corporação.

“O policial, para fazer parte da milícia, não precisa ser expulso da polícia. Ele pode fazer parte antes, enquanto ele está na polícia. A CPI das Milícias, em 2008, comprovou isso. São muitos policiais da ativa que estão nas milícias. Esse debate precisa ser mais profundo porque o Rio vive, supostamente, uma nova realidade das UPPs, mas junto da Unidade de Polícia Pacificadora a gente tinha que ter a ‘Unidade de Pacificação da Polícia’, uma outra concepção da polícia”, alertou Freixo.

O deputado Marcelo Freixo comentou que uma recente pesquisa mostrou que a população do Rio de Janeiro lidera o ranking nacional de pessoas que se sentiram extorquidas por policiais, com 30% dos casos. “O grande debate é: qual é a polícia que a gente tem? Qual é a formação, qual a capacitação, a valorização, o investimento na qualidade da polícia? Hoje, um policial no Rio de Janeiro é formado em três, quatro meses, até pela pressa de se formar muitos policiais para dar conta da demanda das UPPs, que são uma nova realidade no Rio de Janeiro”, alertou. As autoridades alegam que os policiais que cometem crimes são expulsos, mas o deputado acredita que é preciso um monitoramento da atuação do agente de segurança pública após sua exclusão da corporação.

“O policial, para fazer parte da milícia, não precisa ser expulso da polícia. Ele pode fazer parte antes, enquanto ele está na polícia. A CPI das Milícias, em 2008, comprovou isso. São muitos policiais da ativa que estão nas milícias. Esse debate precisa ser mais profundo porque o Rio vive, supostamente, uma nova realidade das UPPs, mas junto da Unidade de Polícia Pacificadora a gente tinha que ter a ‘Unidade de Pacificação da Polícia’, uma outra concepção da polícia”, alertou Freixo. Leia mais

Operativos extorsão

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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