Democracia à brasileira: um país de jornalistas marcados para morrer, exilados, presos e escondidos

O Brasil continua campeão em assédio judicial e stalking da polícia. Um jeitinho bem brasileiro de aterrorizar jornalistas. De censurar.

Tem apagão de luz. Tem apagão de blogues.

A verdadeira escuridão, a escuridão final, o apagão de jornalistas. A morte de um jornalista é a solução final da censura.

Este ano que terminou ontem, de eleições municipais, apagou, matou uns sete jornalistas.

Ninguém reclama. O povo brasileiro precisa aprender a protestar. Aprender com os espanhóis.

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Democracia à brasileira: Rio tem duas festas de fim de ano

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Copacabana pertence aos ricos e turistas e o que ainda resta de moradores favelados. Mas com a pacificação, a urbanização do Rio praieiro, o pobre reconheça seu lugar. Vá morar e festejar o Ano Novo lá nas lonjuras…

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Velha Guarda da Portela
Velha Guarda da Portela
Fotos do Réveillon no Parque Madureira
Fotos do Réveillon no Parque Madureira

Assassinatos do Brasil refletem reportagens duras, falta de justiça

por Mauri König

Edgard Leuenroth
Edgard Leuenroth

São muitas e complexas as causas que têm levado o Brasil a se tornar perigoso para o exercício do jornalismo. Cito duas explicações possíveis para o aumento de mortes de jornalistas no país, onde sete jornalistas foram assassinados (…). Primeiro, a imprensa tem produzido mais reportagens investigativas sobre corrupção em governos e polícias, desmandos de políticos, crime organizado, violação de direitos humanos. As mortes de jornalistas ocorrem em represália a esse tipo de cobertura. A segunda explicação tem a ver com a impunidade. A falta de uma investigação rigorosa desses crimes cria entre os agressores a sensação de que não serão identificados e punidos.

No Brasil, apenas um entre 10 homicídios é solucionado. Esse baixo índice se reflete na impunidade de crimes contra jornalistas. De modo geral, a polícia se empenha mais na solução de crimes com grande repercussão da imprensa, e nem sempre os crimes contra jornalistas ganham destaque na mídia. A maioria dos profissionais mais expostos são aqueles que assumem causas políticas ou estão vinculados a autoridades locais. Jornalistas que trabalham em cidades menores, em especial nas fronteiras, estão mais vulneráveis. Contudo, trabalhar em cidades maiores ou em grandes grupos de comunicação não é garantia de estar imune a ataques.

Não há no Brasil uma opinião consolidada sobre o jornalista como um defensor dos direitos humanos, e por isso faltam mecanismos que os protejam em casos de riscos e ameaças. Em alguns casos, jornalistas podem recorrer ao Programa de Proteção aos Defensores dos Direitos Humanos, mantidos pelo governo brasileiro. Mas esse programa está restrito a oito dos 26 estados do país. Falta orçamento e um marco legal.

Não só jornalistas, juízes também estão sendo mortos no Brasil. Existem hoje no país 182 juízes ameaçados de morte por quadrilhas criminosas, segundo o Conselho Nacional de Justiça. A violência contra os magistrados produz um efeito de insegurança sobre jornalistas, uma vez que, a priori, os primeiros têm melhores mecanismos de proteção e ainda assim estão sujeitos à violência em razão do seu trabalho.

Ambos, juízes e jornalistas, representam dois dos mais importantes contrapesos de uma sociedade democrática. Assim, as ameaças são uma clara intenção de intimidar e impedir a qualquer custo a busca da justiça, a apuração de crimes e a publicação de assuntos de interesse público. Em geral, o autor intelectual de um crime detém poder político ou econômico, ou faz parte de uma organização criminosa. Brasil ocupa o 11 º pior no Índice de Impunidade do CPJ, que calcula o número de assassinatos de jornalistas não resolvidos como uma porcentagem da população de cada país.

A morte de jornalistas é o que mais se sobressai, mas destaco ainda o número crescente de casos de censura prévia por meio de ações judiciais, um fenômeno que se repete em período eleitoral, que ocorre a cada dois anos no Brasil. A ameaça à liberdade de imprensa aparece com força em diversas decisões judiciais que impõem censura prévia a blogs, jornais e revistas, proibindo-os de publicar matérias sobre determinados assuntos. A liberdade de imprensa no Brasil está ameaçada em várias frentes.

Angeli
Angeli

(Transcrito do CPJ)

 [Os assassinos dos juízes são os mesmos assassinos dos jornalistas. T.A.]

Faltam estadistas, faltam homens de visão, mas sobram marqueteiros

Roberto Nascimento

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Os investimentos em infraestrutura são necessários, entretanto causam inflação e aumento da dívida pública. Infelizmente, os capitalistas brasileiros não arriscam seus bilhões de dólares em projetos com retorno de longo prazo, como portos, rodovias, aeroportos e refinarias. Fica nossos empresários animais à espera do Estado, que se endivida para manter a infraestrutura.

Pegue-se o exemplo dos serviços de distribuição de energia privatizados (com alguma exceções, como Furnas, que FHC não conseguiu privatizar, pois medrou diante do então governador de Minas, Itamar Franco, o único que não aceitou entregar para grupos privados o serviço mais do que lucrativo da distribuição de energia.

Pois bem, as empresas privadas não estão investindo o suficiente em manutenção e substituição de equipamentos para enfrentar o aumento do consumo. Resultado: frequentes apagões em todas as capitais brasileiras. O carioca, inclusive reinventou a marchinha do século passado: Rio, cidade que me seduz, de dia falta água e de noite falta luz. Só que tem um agravante: Está faltando luz de dia também. Em Brasília, idem.

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CRIME CONTRA A LOGÍSTICA

Quanto às ferrovias, também privatizadas, um crime contra a logística do país, parece que pararam no tempo. Os empresários animais não instalam um metro de trilhos que não seja antecipadamente lucrativo. O Estado de Mato Grosso do Sul, em relação às ferrovias, parou no tempo. A empresa ALL só se interessa pelo trecho ferroviário do Sul e de São Paulo. O governador ameaça retomar a concessão, mas fica só nisso entra ano, sai ano. Até o Trem do Pantanal ficou na promessa. O turismo na região seria revigorado, entretanto os políticos têm suas prioridades, que fazer?

Faltam estadistas, faltam homens de visão, faltam homens realizadores, no entanto, abundam os marqueteiros. Que fazer?

Se nós brasileiros fossemos depender dos empresários animais, não teríamos uma única Refinaria. A nossa primeira Siderúrgica foi conseguida graças ao presidente Getúlio Vargas.

Bom, o assunto é longo e recheado de exemplos. Para concluir, cito um dogma da Física, adaptado à Política: quanto maior o investimento do Estado na Infraestrutura sem a contrapartida do capital privado, maior será a carga de impostos pagos pelo cidadão, com reflexos na inflação. Ação e Reação simplesmente.

Outra coisa: não adianta contar com investimento externo, pois os países estão preocupados em enfrentar suas próprias crises graves.

marqueteiro
 [É o Brasil dos marqueteiros Duda Mendonça, Marcos Valério, Antônio Lavareda e Nizan Guanaes.

Aliás, não existe marketing político. Marketing, ensina a Wikipédia: é o processo usado para determinar que produtos ou serviços poderão interessar aos consumidores, assim como a estratégia que se irá utilizar nas vendas, comunicações e no desenvolvimento do negócio. A finalidade do marketing é criar valor e satisfação no cliente, gerindo relacionamentos lucrativos para ambas as partes. As actividades de um gestor de marketing abrangem um leque muito alargado de atividades, desde o estudo do mercado, a definição de uma estratégia, publicidade, vendas e assistência pós-venda.

Em português, marketing costuma traduzir-se para mercadologia ou, mais raramente, para “mercância” .

Um propagandista político aceitar ser chamado de marqueteiro está admitindo que a política constitui um negócio, e o político um produto comercial, uma mercadoria. Os mensalinhos e mensalão assinalam que esta a visão dos marqueteiros. O marqueteiro Marcos Valério denuncia (in Estadadão):

“O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado a mais de 40 anos de prisão por operar o mensalão, entregou à Procuradoria-Geral da República os números de três contas bancárias no exterior nas quais teria feito depósitos para quitar dívidas de campanha do PT com a dupla Zezé Di Camargo e Luciano e com os publicitários Nizan Guanaes e Duda Mendonça. As operações , segundo ele, ocorreram em 2005.

No depoimento prestado em 24 de setembro à Procuradoria-Geral, Valério disse que dinheiro do esquema do mensalão foi usado para pagar a dupla sertaneja e os publicitários. Nesta semana, o jornal O Estado de S. Paulo confirmou com fontes ligadas ao processo que o empresário também deixou com o Ministério Público os dados das contas bancárias.

Além de terem sido garotos-propaganda de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial de 2002, Zezé Di Camargo e Luciano trabalharam em campanhas petistas em 2004. Nesse mesmo ano, Nizan comandou a campanha derrotada de Jorge Bittar (PT) à prefeitura do Rio – dois anos antes, tinha sido o marqueteiro de José Serra na derrota pela disputa ao Planalto.

Os dados de uma terceira conta, cujo beneficiário seria Duda Mendonça, seriam diferentes da conta nos Estados Unidos na qual o marqueteiro de Lula em 2002 admitiu receber mais de R$ 10 milhões – o publicitário foi absolvido pelo Supremo no julgamento do mensalão após ser acusado de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Duda trabalhou com petistas também no ano de 2004”.

Duda Mendonça acaba de fechar uma sociedade com Lavareda. Duda também já foi sócio de Nizan.

O que impressiona é que os marqueteiros escolhem os candidatos pela cor do dinheiro e o montante. T.A.]

 

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Existem dois STFs: o do mensalinho e o do mensalão

 

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Deu na Folha de S. Paulo: O caso do chamado mensalão mineiro, que envolve políticos do PSDB, não deverá ser julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2013. A acusação aponta desvio de recursos públicos e financiamento ilegal na fracassada campanha pela reeleição do então governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998.

As operações contaram com a participação das empresas de Marcos Valério Fernandes de Souza, apontado como o operador do mensalão petista, que ocorreu entre 2003 e 2004, segundo o Ministério Público Federal.

A denúncia do caso mineiro foi apresentada ao STF pela Procuradoria-Geral da República em 2007. O tribunal abriu ação penal em 2009.

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A causa não está pronta para ir a julgamento porque ainda há etapas processuais a serem concluídas. Atualmente o caso está na fase de depoimento de testemunhas.

Além disso, o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa, não poderá continuar na condução da causa, já que assumiu a presidência do tribunal em novembro.

A tarefa de relator será entregue ao novo ministro do Supremo a ser escolhido pela presidente Dilma Rousseff. Não há prazo para a indicação, que preencherá a vaga aberta após a aposentadoria de Carlos Ayres Britto.

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Democracia à brasileira: Mauri König vai passar o Ano Novo escondido dos delegados de polícia do governador Beto Richa

Mauri König
Mauri König

Mauri König, um dos mais premiados jornalistas brasileiros, encontra-se em local incerto, escondido pelos amigos, como acontecia nos tempos da ditadura militar. Também como acontecia na ditadura, está ameaçado de morte pela banda podre da polícia. A polícia que sequestra, tortura e mata. A polícia do Paraná, comandada pelo governador Beto Richa.

É do chefe do executivo a responsabilidade de mandar investigar qualquer stalking policial. Urgente e principalmente em um caso de morte encomendada.

O caso König, pelo prestígio do seu nome, foi noticiado por toda imprensa internacional. E pela imprensa brasileira. Impossível para as autoridades provincianas – o governador, o presidente do Tribunal de Justiça e o presidente da Assembléia do Paraná – a encenação dos três macaquinhos: os ouvidos tapados, os olhos vendados, a boca fechada.

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Verbete da Wikipedia

Mauri König é jornalista, atua como repórter especial. Notadamente o Jornalismo Investigativo. É graduado em Letras e em Jornalismo, com pós-graduação em Jornalismo Literário. Trabalhou nos jornais Folha de Londrina, O Estado do Paraná, Gazeta Mercantil, O Estado de São Paulo e atualmente é repórter especial da Gazeta do Povo, de Curitiba (PR). Em 20 anos de carreira, ganhou 22 prêmios de jornalismo, entre eles dois Esso, dois Embratel, três Vladimir Herzog.Também venceu por duas vezes o Lorenzo Natali Prize, concedido pela União Europeia. Recebeu ainda o Prêmio de Direitos Humanos da Sociedade Interamericana de Imprensa.  Publicou em 2008 o livro “Narrativas de um correspondente de rua”, reunindo 15 de suas maiores reportagens.

Verbete do Portal dos Jornalistas

Mauri König nasceu em Foz do Iguaçu (PR), em 26 de agosto de 1967. É graduado em Letras pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste/PR), em 1991, e em Jornalismo pela União Dinâmica de Faculdades Cataratas (UDC/PR), em 2004, com pós-graduação em Jornalismo Literário pelas Faculdades Vicentinas (Favi/PR) e Associação Brasileira de Jornalismo Literário (Abjl/SP), em 2008.

Começou a carreira, em 1991, como repórter do Jornal de Foz (PR). Na época, ainda cursando Letras pela Unioeste e ministrando aulas na rede pública, foi convidado a trabalhar em um seminário devido a suas experiência na edição do jornal do Centro Acadêmico de Letras da Unioeste. Em 1994, se transferiu para a sucursal local do jornal Folha de Londrina (PR), onde trabalhou como repórter de Geral por três anos.

Migrou para o rádio em 1997, como repórter da afiliada da rádio Bandeirantes na cidade. A volta à mídia impressa ocorreu no ano seguinte, quando foi correspondente no Paraná para O Estado de S.Paulo (SP). Em seguida passou pela reportagem dos jornais Gazeta Mercantil (SP) e O Estado do Paraná (PR), veículo pertencente ao Grupo Paulo Pimentel.

Correspondente do Estadão durante seis anos, atuava na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. “Fiz algumas coberturas longas sobre violência e conflitos de terra entre paraguaios e imigrantes brasileiros, os brasiguaios. Mas foi na Folha de Londrina que fiz minhas primeiras reportagens de cunho mais investigativo, algumas em parceria com um jornalista paraguaio, o César Palácios. Percebi que davam mais repercussão e o processo de produção instigava em mim um antídoto contra o conformismo. Comecei a pesquisar assuntos relevantes e passei a estudá-los melhor, a fazer apurações nas horas de folga e nos fins de semana. Muitas vezes, só quando estava com a reportagem quase toda apurada é que sugeria ao jornal. Fiz isso muitas vezes, em vários jornais onde trabalhei. Dessa forma, fui driblando a falta de tempo e de recursos, e ia emplacando uma reportagem atrás da outra.”

Jornalistas investigativo, passou por uma situação drástica quando ainda atuava em O Estado do Paraná. O próprio jornalista relata o ocorrido. “A situação mais drástica por que passei ocorreu em 19 de dezembro de 2000, no Paraguai, quando fui espancado quase à morte por três homens, um deles vestido com a farda da Polícia Nacional do país. Estava investigando o recrutamento ilegal de adolescentes para o serviço militar no Paraguai. Fui interceptado na minha quinta ida ao país, quando estava sozinho com o carro do jornal O Estado do Paraná. Parei numa suposta blitz numa estrada vicinal, os três me arrancaram do carro e começaram a me chutar e a bater com uma corrente e pedaços de pau. Um deles forçou o joelho nas minhas costas e enlaçou a corrente no meu pescoço. Começou a forçar enquanto os demais continuavam chutando. Quando eu estava praticamente perdendo os sentidos, ele puxou a corrente, levantou e deu mais alguns golpes com a corrente nas minhas costas. Eles riam muito e falavam em guarani (a língua nativa do Paraguai). A única coisa que disseram numa mistura de espanhol e português foi logo no início, quando tentei argumentar: “Você nunca mais vai voltar ao Paraguai”. De repente, foram embora. Destruíram minha máquina fotográfica e amassaram o carro. Com uma faca ou pedra, escreveram no capô: “Abajo prensa de Brasil”. Mesmo dolorido, consegui dirigir por uns 80 quilômetros até a sucursal do Diário Notícias em Ciudad del Este. O jornalista Juan Carlos Salinas avisou à imprensa paraguaia, que cobriu a agressão, e depois me levou ao consulado brasileiro. No Instituto Médico-Legal de Ciudad del Este encontraram mais de 100 hematomas no meu corpo. O Ministério Público paraguaio abriu um inquérito, arquivado um ano depois por ‘falta de provas’.”

Desde 2002, é repórter especial do jornal Gazeta do Povo. No começo, residia em sua cidade natal, porém oito meses após ser contratado foi transferido para Curitiba (PR). Em dezembro de 2012, foi ameaçado de morte, com Felippe AníbalDiego Ribeiro e Albari Rosa, em razão de reportagens que fez denunciando corrupção na Polícia Civil do Paraná.

Escreveu o livro Narrativas de Um Correspondente de Rua (Pós-Escrito, 2008) e participou da antologia Lo Mejor del Periodismo de América Latina II (FNPI, 2010).

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Possui dois Prêmios Esso (de 2001, pela matéria Dossiê Paraguai, mentira encobre crime no quartel, na categoria Regional Sul, e de 2004, pela matéria Mãos Às Armas, Meninos!, na mesma categoria), doisEmbratel (de 2001 e de 2005, na categoria Região Sul), três Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos(de 2001, pela matéria Dossiê Paraguai…, de 2004, pela matéria Terra da discórdia, e de 2005, pela série de reportagens Infância à deriva) um Jabuti, três Lorenzo Natali Prize (de 2002, pela matéria Dossiê Paraguai…, de 2006, pela matéria A infância no limite II – No bordel, a debutante da selva, e de 2007), e um Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo, da Sociedade Interamericana de Imprensa em 2004, entre outros. Em 2012 foi agraciado com o International Freedom Press Awards, oferecido pelo Comitê de Proteção aos Jornalistas.

Também ganhou o prêmio Jornalistas&Cia – Grande repórteres 2010, um certificado de que “Mauri König é um dos 15 mais premiados jornalistas brasileiros no período 1995-2010″.

É diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), no biênio 2012/2013.

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Apatia do povo

Como acontecia na ditadura militar de 64, o brasileiro anda com medo. Inclusive os jornalistas que não defendem os companheiros ameaçados pelo terrorismo policial e pelo assédio judicial, e pela Lei Lavareda de censura eterna.