Por que a França interviu militarmente em Mali?

lacroix.

Jidá (Arábia Saudita) – O Secretário-Geral da Organização de Cooperação Islâmica (OCI), apelou hoje (terça-feira) um cessar-fogo no Mali, onde as tropas francesas estão envolvidos com o exército maliano em uma ofensiva contra os combatentes islamistas, anunciou a AFP, que cita um comunicado da OCI.

Em um comunicado, Ekmeleddin Ihsanoglu pediu um “cessar-fogo” no Mali, país membros da organização, e um retorno às negociações entre as autoridades do Mali e os islamistas que controlam o norte do Mali, sob mediação do Burkina Faso.

Ihsanoglu disse que estava “profundamente preocupado” com a situação no Mali, pedindo “moderação em todas as partes do conflito” e buscar uma “solução pacífica”.

OIC com sede em Jeddah, Arábia Saudita, inclui 57 países.

Na sexta-feira, a França lançou uma intervenção militar para impedir a disseminação de combatentes islâmicos para o Bamako capital.

Desde o início dos ataques aéreos franceses em nome da luta contra o “terrorismo” os islamistas armados abandonaram as cidades do norte do país que haviam ocupado durante nove meses.

A França obteve, segunda-feira, apoio de princípio dos seus parceiros no Conselho de Segurança da ONU, mesmo que alguns estarem a questionar os acontecimentos.

O presidente francês, François Hollande, de visita a Abu Dhabi, anunciou hoje (terça-feira) um reforço do exército francês no Mali esperando o envio de forças africanas.

A França vai enviar “progressivamente” 2.500 soldados no Mali, de acordo com fontes próximas do ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian.

NPA, Montreuil, le 11 janvier 2013

No a la intervención militar francesa

¿Quien dijo que la África francesa había dejado de existir? Durante la campaña electoral a Hollande no le faltaron palabras para denunciar la dominación francesa en África. En octubre, durante su viaje a Dakar, incluso declaró que “!Existe Francia, pero también existe África¡” ¡Qué forma de hablar! ¡Tres meses después acaba de anunciar el inicio de la intervención militar en Malí! Ha pasado del “nosotros no intervendremos” a “vamos a defender nuestros residentes” para concluir con la intervención pura y dura.

La antigua potencia colonial no mantiene las tropas en Mali por gusto. Siguiendo la tradición de todos los gobiernos que le han precedido, continúa ejerciendo el papel de gendarme para la protección de sus intereses y apoyar a los gobiernos que le rinden pleitesía. La amenaza islamista no es más que una excusa para la intervención militar.

El NPA denuncia la intervención militar imperialista decidida por Hollande a espaldas de los pueblos. No es así como malienses se van a liberar de todos los fundamentalismos.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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