Honestidade

por Moacir Japiassu

 

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Saiu em tudo quanto é canto que o tal do Cyonil Borges, que dedurou os amigos apanhados na Operação Porto Seguro, “está desencantado com a inclusão do seu nome entre os acusados de corrupção passiva”. Disse o elemento:

“Eu poderia ser o novo herói do Brasil se mentisse. Mas fui honesto demais e contei toda a história, com os erros que cometi. Vou virar réu por ter sido honesto”.

Janistraquis garante que Cyonil não se ferrou porque é honesto; Cyonil se ferrou porque é burro:

“Não é possível que uma pessoa, qualquer uma, ainda não tenha sequer desconfiado de que no Brasil honestidade é crime tão nojento quanto a pedofilia.”

 

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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