The Economist não gosta de Dilma e pediu a cabeça de Mantega. Sinal de que a política econômica vai no caminho certo.

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A presidente Dilma Rousseff rebate atrevidas críticas ao seu governo feitas pela revista britânica The Economist.

A revista define a economia brasileira como uma criatura moribunda, que cresceu apenas metade do número projetado pelo ministro da Fazenda e conclui afirmando que a presidente deveria demitir Guido Mantega, que com suas previsões super otimistas fez os investidores perderem a confiança.

“Não vi, diante dessa crise gravíssima pela qual o mundo passa, com países com taxas de crescimento negativas, escândalos, quebra de bancos, quebradeiras, eu nunca vi nenhum jornal propor a queda de um ministro. Nós estamos crescendo a 0,6 esse trimestre e iremos crescer mais no próximo trimestre. Então a resposta é: de maneira alguma eu levarei em consideração esta, diríamos, sugestão”, declarou Dilma.

The Economist esqueceu: o Brasil, agora, tem presidente. Não vai nessa de que o ministro da Fazenda carece de dupla nacionalidade, ter sido empregado de banqueiro estrangeiro e falar inglês. Gustavo Krause caiu fora do Ministério, no governo de Itamar Franco, pela exigência desses três requesitos coloniais. Quando Krause, escritor, bibliólogo, professor universitário, nunca fez publicidade de sua cultura. Além do mais, foram credenciais para assumir o cargo ser uma das maiores autoridades em direito tributário; uma exemplar experiência executiva como prefeito do Recife, governador e secretário da Fazenda de Pernambuco; e legislativa, como vereador mais votado do Recife e deputado federal. O que incomodava era a honestidade e o patriotismo de Krause.

Esqueceu The Economist que as universitárias inglesas estão se prostituindo. Reportagem publicado hoje no El Púbico, Madri:

La subida de matrículas de Cameron instiga la prostitución universitaria en Reino Unido

Las universidades británicas ingresan cientos de millones de libras procedentes de la industria del sexo. El Sindicato Nacional de Estudiantes denuncia que la brecha entre las ayudas estatales y el coste de estudiar una carrera universitaria fuera de Londres se ha incrementado hasta los 10.500 euros

El número de estudiantes universitarios que recurren a la industria del sexo para costearse sus estudios se ha disparado en Reino Unido. Así lo pone de manifiesto un reciente estudio llevado a cabo por la Universidad de Kingston, que revela que las universidades reciben anualmente entre 103 y 355 millones de libras (126 y 436 millones de euros) procedentes de actividades ligadas al sexo, desde bailes eróticos o barras americanas a servicios de compañía o prostitución.

Ron Roberts, el catedrático de Psicología en la Universidad de Kingston que ha dirigido esta investigación, lleva años estudiando el fenómeno y asegura que la situación “ha empeorado significativamente en el último periodo”, con más de un 6% de los universitarios –en su mayoría mujeres– recurriendo al sexo como fuente de financiación para costear sus estudios.

Fuentes del Colectivo Inglés de Prostitutas confirman las palabras de Roberts y apuntan que “en el último año” se ha “doblado” el número de llamadas telefónicas que reciben en su línea de ayuda en Londres protagonizadas por estudiantes que han recurrido a la prostitución.

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Óbvio, quanto mais corrupto e serviçal um presidente mais ideal para os antigos europeus colonizadores. Veja que lista de bem amados e intocáveis quando estavam no poder:

corrupção presidente país EUA indignados

Presidentes ideais para The Economist, na América Latina, sãos os ditadores de Honduras e do Paraguai, para dois exemplos.

ensino gratis indignados

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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