Uma oposição atônita, especialista em destruir e vender barato

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Gilmar Crestani: De repente parece que a Folha de São Paulo, da D. Judith Brito, se dá conta de que o PSDB é isso mesmo, “uma tragédia gerencial”. Cássio Cunha Lima quebrou a Paraíba e foi preso. Yeda Crusius tentou, mas caiu do cavalo antes de quebrar o RS e ir presa também. São Paulo é essa tragédia em forma de violência e descalabro administrativo.  Até agora o PSDB mostrou competente e rápido como camelôs para vender empresas que o Estado demorou anos para construir. Eles deveriam montar empresas demolidoras. São especialista em destruir ou vender barato.

Se os “melhores quadros” são assim, imagine os demais! 

Fernando Rodrigues: Na segunda-feira, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defendeu o anúncio imediato da candidatura ao Planalto de Aécio Neves.

No mesmo dia, o senador do PSDB reagiu costeando o alambrado. Disse que ainda não era a hora.

Em resumo, uma falta de coordenação absoluta. Se o PSDB fosse uma empresa, o episódio seria uma tragédia gerencial. O presidente do conselho de administração e homem mais respeitado do grupo (FHC) anuncia um novo projeto a ser lançado na hora do almoço. A imprensa é convocada. Na hora H, o responsável direto pelo empreendimento (Aécio) declara que não está no mo-mento de fazer uma afirmação peremptória a respeito.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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