Desculpa de governador: Toda violência é coisa do PCC

Seis anos depois da implementação da Lei Maria da Penha, que endureceu as penas para os agressores das mulheres, o principal desafio nas políticas de combate à violência doméstica é a ampliação da rede de atendimento às vítimas, que inclui delegacias especializadas, centros de referência, casas abrigo, entre outros.

A avaliação é da ministra-chefe da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM), Eleonora Menicucci. Segundo ela, o Dia Internacional da Não Violência contra a Mulher, comemorado hoje (25), é uma data para se reafirmar o enfrentamento do que chamou de “lamentável tragédia brasileira e mundial”.
“Acredito que [o principal desafio] é consolidar e expandir essa rede. As delegacias especializadas, por exemplo, somam 375, que é muito pouco para o tamanho do Brasil”, disse a ministra, acrescentando que, além de poucas, essas unidades são mal distribuídas no país. Somente o estado de São Paulo concentra um terço (125) de todas as delegacias especializadas de atendimento à mulher.
Quantas delegacias funcionam no estado falido da Paraíba?
Toda violência existente no Brasil passou a ser coisa do PCC. De dentro dos presídios a ordem de execução de todos os crimes. Inclusive os praticados por policiais.
Do PCC a Lei de Talião para os estupradores. Foi essa lei bíblica que fez um blogueiro de m. escrever em defesa do violentador do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora. Um crime impune. Em abril último, uma estudante virgem de 18 anos foi violentada no Instituto de Artes e Design (É isso aí: o nome em inglês. Coisa de colonizado).
Que as feministas apelem para os comandantes do PCC  – todos em presídios de segurança máxima: Pena de Talião para os assassinos de mulheres!
E esqueçam que a violência contra a mulher se combate com mais escolas. Com moradia digna. Um salário que não seja o mínimo do mínimo.  Acontece que nenhum governo faz nada que preste para o povo.
 A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) divulgou uma declaração que denuncia “a persistência da discriminação contra as mulheres em todos os âmbitos, incluindo a política, a educação, o emprego e a saúde”.”O lar continua sendo um lugar perigoso para muitas mulheres da América, devido às altas taxas de violência doméstica”, continua o comunicado e acrescenta que as mulheres vítimas dessa violência enfrentam obstáculos formidáveis no acesso à justiça. “Para a maioria das mulheres, as leis que existem no papel sobre seu direito à equidade e à justiça nem sempre se tornam realidade”.La discriminación contra las mujeres continúa estando profundamente arraigada en las estructuras sociales de los países de la región. En general, las mujeres son más afectadas por la pobreza que los hombres, tienen menos acceso a vivienda y a servicios de salud, y son sujetas a violencia física y sexual en mayor proporción que los hombres. Existe además una interseccionalidad en la discriminacion contra las mujeres, en base a factores como la raza, la etnicidad y la pobreza. En este sentido, por ejemplo, las mujeres indígenas y las mujeres afrodescendientes están particularmente expuestas a actos de violencia física, psicológica y sexual. La Comisión ha destacado que la ausencia de una respuesta eficaz por parte del Estado y la impunidad reinante en relación con la violencia y la discriminación propician su repetición.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s