Polícia de Goiânia terminou greve. Estava parada desde o assassinato do jornalista Valério Luiz, dia 5 de julho

Seis tiros em Valério Luís
Seis tiros em Valério Luís

O cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira, 49 anos, foi assassinado em frente à Rádio Jornal – 820 AM.

De acordo com o jornalista Cassim Zaidem, (veja vídeo) a pedido do governador Marconi Perillo, o secretário de Segurança Pública e Justiça, João Furtado Neto, escalou uma equipe para trabalhar exclusivamente no caso. O diretor de jornalismo disse ainda que a delegada-geral da Polícia Civil (PC), Adriana Accorsi, esteve no local do crime, juntamente com representantes da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH). Titular da DIH, Adriana Ribeiro está a frente do caso. Acontece que o governador não pede. Ordena. Quem pede justiça é o povo, a família do morto, os ameaçados jornalistas.

A imprensa publica hoje: Conforme a titular da Delegacia de Investigações em Homicídios (DIH), ainda é cedo para se falar em suspeitos (a morte encomendada aconteceu em julho último).

As investigações voltam com força total nesta segunda-feira, depois de decidido em assembleia dos servidores da Polícia Civil que a greve que já durava quase 30 dias se encerre. Agora, os agentes que iniciaram as investigações, e por conta da greve tiveram que amenizar o serviço, retomam os trabalhos para elucidar o crime.

O jornalista Mané de Oliveira, conforme matéria publicada em setembro no DM, acredita que o assassino de Valério Luiz de Oliveira seja de Rio Verde, no sudoeste goiano. Novamente, na tarde de ontem, Mané de Oliveira voltou a falar no assunto e reafirmou que “um dos assassinos de meu filho – que são três – é de Rio Verde. Os outros dois são de Goiânia”.

Mané de Oliveira, apesar de impaciente com a espera angustiante para saber quem executou o seu filho, além de ver os responsáveis pelo crime atrás das grades, está confiante no trabalho realizado pelas corporações e pelo Poder Judiciário. “Tenho fé que teremos em pouco tempo os nomes dos assassinos e mandantes desse assassinato que não só destruiu minha vida e desmoronou a minha família, mas também abalou toda a sociedade goiana e a imprensa nacional”, afirma o comentarista esportivo Mané de Oliveira (Dário da Manhã)

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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