Estudantes começam a passar o Brasil a limpo

O movimento estudantil tem que ser de dentro para fora. Acabar primeiro com a corrupção no ensino. Pela erradicação dos serviços fantasmas nas escolas e universidades. Pela denúncia das obras inacabadas e superfaturadas. E fiscalizar a vida magnificente dos reitores, com suas viagens, luxuosas cortes de parasitas e o uso e o abuso dos cartões de crédito – o famoso dinheiro de plástico. Que inclusive compra lideranças estudantis. O peleguismo universitário sempre, sempre termina em peleguismo sindical.

Informa a Ufu:

“O que presenciamos hoje no cenário das universidades configura uma nova situação para a educação brasileira. Quase todas as universidades do País estão em greve docente, e boa parte delas já deflagrou greve estudantil também.

Há quase sete anos não temos uma mobilização como esta”.

Sete anos de jejum.

Sete anos de cativeiro.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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