O olho grande dos banqueiros: “É preciso procurar o dinheiro onde ele está: com os pobres. Eles não têm muito, mas são muitos…”. Para aumentar o lucro da agiotagem bancária, Dilma mexeu na poupança

O porco como símbolo moderno da fortuna remonta possivelmente ao antigo hábito de dar um porco como prêmio de escárnio ou de consolação ao último colocado nas competições esportivas. “Quem fracassar, leva a porca debaixo do braço para casa”(para escondê-la).

Para os chineses, o porco (zhu) é o último dos doze animais do zodíaco e simboliza a força viril e a abundância.

A propaganda dos bancos, para captar o dinheiro dos pobres, sempre apresenta um porquinho como minhaeiro.

O porquinho representa a caderna de poupança do trabalhador do salário mínimo. Idem do bacharel do salário piso. O pisoteado piso. É a poupança dos pobres tão cobiçada pela agiotagem bancária.

Alphonse Allais (1854-1905): “É preciso procurar o dinheiro onde ele está: com os pobres. Eles não têm muito, mas são muitos…”.

De grão em grão (milho é sinônimo de dinheiro) a galinha enche o papo, ensina o ditado. Para o banqueiro, a poupança, uma galinha de ovos de ouro.

E Dilma deu uma de Collor. Mexeu na poupança dos pobres para beneficiar os bancos.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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