Repsol roubou a Argentina. E rouba no Brasil

O saque dos piratas, os traidores chamam de privatização, liberalismo, globalização, modernização. De dinheiro beneficente e salvador de um país rico, para socorrer um país pobre, lascado, terceiromundista, sem arma atômica, no mais profundo atraso. Os estrangeiros aceitam privatizar as riquezas de um país, para oferecer ordem e progresso e emprego e alimentos e moradias e saúde para o povo na mais absoluta miséria. E tudo acontece via leilões, rodadas, noticiados com os aplauzos da imprensa conservadora, aprovados pela justiça corrputa, e realizados por governantes honestos, cujo ministros enriqueram rapidamente.

Não fosse a abertura dos portos por dom João VI, com a privatização deles com Dilma, o Brasil jamais seria uma potência mundial.

Fernando Henrique (clone de Carlos Menem) ao entregar 70 por cento de nossas empresas aos corsários e piratas, tirou o Brasil do aterro do Terceiro Mundo.

Hoje o Brasil é um país emergente. Saiu do buraco. E, com Lula, virou a quarta potência do mundo. Mais rico do que a Inglaterra, a França e, futuramente, mais do que a Alemanha na Europa. Nas Américas, perde para os Estados Unidos. No resto do mundo, apenas para o Japão.

Para se transformar em quarta potência, o Brasil quebrou velhos e superados conceitos do que seja imperialismo, capitalismo, colonialismo e nacionalismo.

Mostrou quanto errada a política internacional do Tio Sam, dos banqueiros, da troika, das guerras pelo petróleo, e quanto inútil a corrida armamentista dos países com armas de destruição em massa como os Estados Unidos, Rússia, Israel, China, Índia, França, Reino Unido, Paquistão, Coréia do Norte,  Suécia, possivelmente Irão.

O milagroso, inovador, soberano, patriótico e esperto jeitinho brasileiro foi aplicar o conto do vigário. Dou um exemplo. O da Espanha. O Brasil cada vez mais rico, a Espanha em crise. Só um terrorista seria capaz de dizer que a Repsol roubou a Argentina e rouba no Brazil. Confira.

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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