Dilma ajuda indústria automobilística (montadoras e oficinas) “do Brasil”

Ao discursar durante o lançamento das medidas de estímulo à indústria, hoje (3), no Palácio do Planalto, o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Ricardo Patah, disse à presidenta Dilma Rousseff que o governo deve exigir dos setores beneficiados a garantia do emprego e o compromisso das empresas com o trabalho decente.

Foram divulgadas ainda melhores condições de crédito, por meio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), e condições mais favoráveis para a “indústria automobilística nacional”.

Ele lembrou que essa mesma discussão ocorreu durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na ocasião em que o Planalto anunciou desonerações para o setor automobilístico e produtores da chamada linha branca, que inclui geladeiras, máquinas de lavar, fogões e outros eletrodomésticos.

“Nós, do movimento social, insistimos com o ex-presidente Lula para que se colocasse também a exigência da manutenção do emprego e foi feito daquela forma. Da mesma maneira, senhora presidenta, achamos importantíssimo que os direitos dos trabalhadores, a manutenção do emprego sejam valorizados. Nós, do movimento sindical, precisamos, juntos com o BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social], verificar se naquelas empresas que terão acesso a esses recursos, se o trabalho decente é mantido”, ressaltou durante o discurso.

Taí, não sabia que o Brasil tem “indústria automobilística nacional”. Esta mentira jamais foi sustentada pelo governo de Lula. O plano dele usava o nome certo: montadoras e oficinas estrangeiras. Que receberam dinheiro malandro, via Henrique Meirelles.

Cortar verbas da Saúde e da Educação, para beneficiar empresas estrangeiras, considero falta de patriotismo, principalmente quando o dinheiro é desviado do FAT, Fundo de Amparo ao Trabalhador, e da Previdência dos Pobres, via BNDES, o banco dos corsários e piratas de todas as bandeiras.

O pato Patah peleguista esquece que é uma das funções dos sindicatos, federações e centrais dos trabalhadores fiscalizar as condições de trabalho, principalmente no Brasil, país em que persiste a escravidão.

Os chamados países emergentes possuem indústria automobílistica. A China, inclusive, exporta para o Brasil. A Índia lançou o carro mais barato do mundo.

O Nano é um modelo de porte micro da Tata Motors. A fábrica fica em Singur, no estado de Bengali Ocidental. Foi anunciado seu lançamento no Brasil. Mas a imprensa critica. A venda de carro popular aumentaria o caos do trânsito. E tem o lóbi das empresas estrangeiras, digo das empresas brasileiras que Dilma apadrinha.

As empresas bolsa-família de Dilma:

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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