Indignados contra candidatura de Madri para sediar olimpíada de 2020. Rio morto de ambição para patrocinar os jogos de 2016

Trem bala
Trem bala

Em outubro de 2007, revelava a revista Veja:

A China, que se prepara para receber a Olimpíada de Pequim em 2008, já gastou em torno de 40 bilhões de dólares com os Jogos, dez vezes mais do que a Grécia gastou para abrigar os Jogos de Atenas, em 2004. As cidades de Chicago, Doha, Madri e Praga já anunciaram que pretendem gastar o menos possível, aproveitando as instalações que já possuem. Caso as instalações sejam entregues em cima da hora, como foi o caso de Atenas, o custo fica maior. Só para se ter uma idéia, até os netos da atual geração grega pagarão mais impostos por causa dos Jogos Olímpicos de 2004.
Até hoje, a cidade que obteve maior lucro com a realização de uma Olimpíada foi Los Angeles, em 1984, arrecadando 220 milhões de dólares. Nos últimos anos, os países têm enfrentado dificuldades em obter lucros, graças aos altos custos da preparação para a Olimpíada.
Projeto da Vila Olimpíca, com praia exclusiva, quando no Brasil é proibido praia particular
Projeto da Vila Olímpica, com praia exclusiva, quando no Brasil é proibido praia particular

Segundo Márcio Fortes, que foi ministro das Cidades entre 2005 e 2010, a criação da APO e da matriz de responsabilidade de todos os entes envolvidos nas olimpíadas, deve evitar uma explosão dos gastos como ocorreu no Panamericano de 2007

Fortes também declarou que a previsão dos gastos para os a Olimpíada e Paraolimpíada no Brasil está em R$ 28,8 bilhões, divididos em R$ 23,2 bilhões em infraestrutura e R$ 5,6 bilhões para gastos exclusivos com os jogos. Do orçamento destinado a infraestrutura, R$ 2,4 bilhões estão reservados para urbanização e saneamento de comunidades do Rio de Janeiro.

“É possível que nós cheguemos a perto de R$ 47 bilhões de investimentos em função da preparação do Mundial da FIFA”, disse o então ministro dos Esportes, Orlando Silva.

O certo é que os investimentos públicos saem dos cofres públicos, e os privados são empréstimos do BNDES.

Tudo termina em roubalheiras, com as chamadas investigações que não recuperam nenhum tostão desviado, e nem prende nenhum bandido.

7 razones para estar en contra de los Juegos Olímpicos

1. Madrid tiene otras prioridades

Se estima que la anterior candidatura olímpica, Madrid 2016, supuso 37,8 millones de euros en gastos reconocidos de promoción, viajes o dietas. Sólo por inscribirse, la ciudad debe entregar cerca de 100.000 euros.

2. Mienten más que hablan

Pero si echamos un vistazo a las previsiones de impacto económico de anteriores macroeventos y las comparamos con los resultados obtenidos, descubriremos que todo esto no es más que un cuento chino.

3. El negocio, para los de siempre

¿Por qué interesa organizar unas Olimpiadas? Cuando los propietarios de suelo no urbanizable y los promotores quieren emprender una operación inmobiliaria a gran escala la estrategia ideal es conseguir que los organismos públicos asuman costes y riesgos. Así funcionó en Barcelona, inicio del crecimiento de la burbuja inmobiliaria que nos
ha llevado a la situación actual y que ahora quieren reflotar porque no se les ocurre más salida que el ladrillo.

4. De verdes, nada

En la respuesta al cuestionario del COI, la organización dice: “En los últimos años, la ciudad de Madrid ha cumplido con todos los niveles de control de contaminación establecidos por la legislación vigente en España y en la Unión Europea (UE), así como las directrices más estrictas establecidas por la Organización Mundial de la Salud (OMS)”

5. La dudosa utilidad del legado olímpico

En los papelotes de la candidatura se insiste mucho en la permanencia del “legado olímpico”, es decir, en las instalaciones que la ciudad va a “ganar”. La utilidad de estas instalaciones destinadas al deporte de élite para los habitantes de Madrid es muy dudosa. De nada sirve un moderno velódromo equipado con madera del Congo.

6. Una ciudad invivible

Los sociales de las ciudades que han albergado algún tipo de gran evento deportivo-lúdico-turístico – o incluso juvenil-religioso – sabemos que bajo la falsa unanimidad en el apoyo ciudadano se esconde un nuevo embate a cualquier forma de oposición: brutalidad policial, desalojos… Y eso por no hablar de esos otros desalojos forzados por los procesos de renovación y aburguesamiento urbanos que siempre encubren este tipo de eventos.

7. Las Olimpiadas, mejor en la tele… o ni eso

En los últimos años las Olimpiadas, envueltas en el mercantilismo más ramplón, se han convertido en algo más parecido a una competición entre productos farmacológicos de dopaje que a un juego limpio. El Comité Olímpico se convirtió en una empresa extraordinariamente lucrativa, sospechosa de todo tipo de fraudes y sobornos.

(Transcrevi trechos)

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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