Ministro do Supremo beneficiou a si próprio ao paralisar inspeção

O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski está entre os magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo que receberam pagamentos que estavam sob investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), informa reportagem de Mônica Bergamo, publicada na Folha de S. Paulo desta quarta-feira.

Antes de ir para o STF, ele foi desembargador na corte paulista.

Anteontem, último dia antes do recesso, o ministro atendeu a pedido de associações de juízes e deu liminar sustando a inspeção.

Por meio de sua assessoria, Lewandowski disse que, apesar de ter recebido os recursos, não se sentiu impedido de julgar porque não é relator do processo e não examinou o mérito – apenas suspendeu a investigação até fevereiro.

A corregedoria do CNJ iniciou em novembro uma devassa no Tribunal de Justiça de São Paulo para investigar pagamentos que alguns magistrados teriam recebido indevidamente junto com seus salários e examinar a evolução patrimonial de alguns deles, que seria incompatível com sua renda.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

Um comentário sobre “Ministro do Supremo beneficiou a si próprio ao paralisar inspeção”

  1. Essa organização bem organizada rotulada de AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), Ajufe (Associação de Juízes Federais do Brasil) e Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho), que a ilustre Ministra Eliana Calmon investiga e denunciada, pelos fatos que se nos afigura, ESTÁ EM IMINENTE RISCO DE SER ASSASSINADA POR ESSA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA QUE, MUITO EM BREVE, SERÁ DESARTICULADA ANTE O PODER DA MÍDIA ESTABELECIDA DE VÁRIAS AS FORMAS;
    Os riscos a que estar exposta a Digna Ministra ELIANA CALMON de assassinada a mando de tal organização, trás a lembrança e em nada difere, a trama articulada que culminou no ASSASSINADO DO PRESIDENTE JOHN F. KENNEDY DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, aqui vai diminuto trecho da extensa matéria que dispomos dela:
    “…Estamos sendo condicionados numa gigantesca escala, pelas operações em cadeia, para breve Nova Ordem Mundial.
    Setembro de 1990, nas Nações Unidas o Presidente dos Estados Unidos disse: “ Estamos passando para uma Nova Ordem Mundial ” por cinco vezes. Ao fazer essa declaração ao corpo mundial, houve estrondosos aplausos.
    Duas as semanas mais tarde na Sessão Conjunta do Congresso, ele disse:
    “Estamos passando para uma Nova Ordem Mundial”.
    Novembro 21, 1990, na conferência de cúpula de Paris. O presidente fez esta espantosa declaração:
    “A crise no Golfo oferece uma rara oportunidade num período histórico de cooperação, para passarmos adiante e sair desses tempos difíceis. Uma Nova Ordem Mundial pode surgir”.
    Janeiro 29, 1991, a mensagem de Estado da União:
    “Esta noite nós encabeçamos o mundo em resistir a uma ameaça à decência e a humanidade. O que está em jogo é mais do que um pequeno país. É uma grande idéia – uma Nova Ordem Mundial”.
    Não compreendemos plenamente o que vamos relatar a seguir, por isso não vamos fazer comentários. Faça a sua própria avaliação. Na publicação “The Organian”, em 02 de fevereiro de 1991, foi feita a seguinte reportagem: O presidente dos Estados Unidos recebeu uma carta no dia 17 de janeiro de 1991. Eis parte daquela carta:
    “Entretanto quero ter a certeza de que o senhor está ciente de meu inteiro apoio quanto à sua pessoa e quanto aos jovens, homens e mulheres, integrantes das forças armadas sob o seu comando. Aguardo com prazer a oportunidade de participarmos juntos no estabelecimento de uma Nova Ordem Mundial”. (assinado) Senhor Mark O. Hatfield (o Senador do Estado de Ordem).
    Agora, lembre-se das palavras de Barry Goldwater:
    “um esforço habilmente coordenado para assumir o controle das quatro esferas de poder (Falando da Comissão Trilateral e do Conselho de Relações Exteriores) e inserir à América numa Nova Ordem Mundial ou num Governo Único Mundial”.
    Está você a par do fato de que já está pronto o plano para que isso se realize e que todo o americano está preparado para executar esse plano de uma arrancada só, completando-o dentro do prazo de uma hora? Chama-se o plano de Ordem Executiva 11490. Um homem deu a vida para que você soubesse de que se trata a Ordem Executiva 11490. Foi apresentada em escala nacional na Don MacCulvanney Inteligence Advisor (Consultor de Informações Don MacCulvanney) que chega a cinqüenta e sete nações do mundo inteiro. Ela é cristã e é precisa de forma contundente nas informações…
    Está você a par do fato de que já está pronto o plano para que isso se realize e que todo o americano está preparado para executar esse plano de uma arrancada só, completando-o dentro do prazo de uma hora? Chama-se o plano de Ordem Executiva 11490. Um homem deu a vida para que você soubesse de que se trata a Ordem Executiva 11490. Foi apresentada em escala nacional na Don MacCulvanney Inteligence Advisor (Consultor de Informações Don MacCulvanney) que chega a cinqüenta e sete nações do mundo inteiro. Ela é cristã e é precisa de forma contundente nas informações.
    A medida que a América mergulha rapidamente no socialismo e em direção à Nova Ordem Mundial de George Herbert Walker Bush e de Mikhail Gorbachev, dispositivos governamentais de controle de virtualmente todos os aspectos das vidas, proliferam numa velocidade incrível. Poderes ditatoriais já foram concedidos ao Presidente, pelos quais, na eventualidade de alguma futura crise econômica, política ou militar, e através de ordens executivas, total controle ditatorial sobre a América (EE. UU) poderá ser exercido instantaneamente. Diante da pressão da crise dos mísseis de Cuba, a menos de dois dias antes da sua morte, John F. Kennedy assinou uma lei, criando uma série de medidas de emergência. Estas medidas permanecem hoje como as ordens executivas as quais pode recorrer qualquer presidente que decida que estamos em época de perigo. Essas decisões concedem ao presidente poderes ilimitados, através de dignitários e funcionários não-concursados na Office of Emergency Planning (Repartição de Planejamento de Emergência). Se eles lhe prejudicarem, você não pode voltar para destituí-los de postos. Você não tem nenhum recurso. Não tem escolha, senão submeter-se à sabedoria e aos critérios dessas pessoas. O total controle do governo entra em vigor (conforme os dizeres das ordens executivas) em época de aumento de tensão internacional ou de crise econômica financeira”.
    Preste bastante atenção a essas duas expressões: “em época de aumento de tensão internacional, ou de crise econômica ou financeira”. Segue um resumo das diversas ordens. No espaço de uma hora o governo assume o controle de:
    – Todas as comunicações da mídia;
    – Todas as áreas de eletricidade, de petróleo e combustíveis.
    – Todas as áreas de transporte, rodovias e exportações;
    – Todos os cidadãos, que serão arregimentados como servidores do governo;
    – Centros inteiros de população que serão deslocados;
    – Todas as áreas de saúde, educação e bem-estar social;
    – Todos os cidadãos do Planeta serão registrados pelo diretor geral dos correios;
    – Todos os aeroportos e toda a aviação;
    – Toda área de financiamento habitacional;
    – Todas as ferrovias, todos os cursos de água doce navegáveis e todos os dis-positivos de armazenagem de bens e de consumo público; – Nomeia a responsabilidade a Office of Mergency Planning (Repartição de Planejamento de Emergência), outorgando autoridade à mesma para acionar todo o esquema acima na eventualidade de aumento de crise econômica financeiro.
    Durante o governo de Richard Nixon, as ordens foram agregadas em uma única ordem executiva, de nº 11490, que foi aprimorada por algumas pequenas emendas, e assinado por James R. Carter em 20 de julho de 1979. A única coisa necessária para acionar todo esse mecanismo esmagador é que o presidente declare uma emergência. John F. Kennedy, discursando na Universidade de Co-lúmbia em 1963, disse:
    “O alto posto de presidente tem sido uma maneira para fomentar um plano para destruir a liberdade da América (EUA) e antes que deixe o cargo tenho que colocar os cidadãos a par da sua situação”.
    Dez dias depois JOHN F. KENNEDY foi assassinado. Em prossecução daremos os nomes na presente nomenclatura, porque não tememos a elite da ordem 11490. (…)”.
    Sempre foi e sempre será; quem denunciar os esquemas e planos dos elementos dessas organizações, que têm por objetivo interesses escusos pessoais na ganância insaciáveis pelo dinheiro, não escolhe vítima; exterminam a quem encontrar pela frente e não respeita ninguém. E, o perfil dos indivíduos se confundem entre si.
    O que não concorda consente; o que não aceite assiste; o que não admite cala; o que não cala é feito com que seja calado para sempre.
    Obs. Tenho essa matéria completa para enviá-la a quem possa interessar!!
    Quem bem conceitua o que enfrenta a Excelentíssima Senhora Ministra ELIANA CALMON, é o mestre RUY BARBOSA: Artífice da primeira Constituição Republicana de 1891 – pode constatar que a Generalização do Sufrágio direto e o Self-government, não foram suficientes para por cobro às violências praticadas pelas elites dominantes… “O Judiciário é um poder que mais falhou à nação” (Fonte: Junho/2002, Estado de Minas, p. 13).
    Hoje, sem margem a erro, pode-se dizer que estamos na mesma situação de 160 anos atrás, quando Nabuco de Araújo, em 1943, já discutia a reforma do Judiciária, com uma frase que é por si só um programa: “Ou organizais a Justiça Pública, verdadeira, real, completa – ou legitimais a vindita (punição) popular. Não tendes pois, escolher: é preciso organizar a Justiça Publica.” (Joaquim Nabuco, “um estadista do império”, I, PA 45).

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