Os lápis continuam escrevendo contra a ditadura

Em Buenos Aires uma praça para lembrar um protesto estudantil

Marcha dos estudantes
Marcha dos estudantes

que terminou em prisão

tortura

e chacina de adolescentes

Esta noite negra, chamada de “Noite dos Lápis”, marca da crueldade da ditadura militar na Argentina. Uma repressão que continua nas greves estudantis dos países do Cone Sul, notadamente no Brasil e no Chile.

A “Noite dos Lápis” jamais será esquecida. Jamais.

Chegará o dia do Brasil lembrar seus mártires assassinados nas ditaduras de Castelo Branco, Costa e Silva, Junta Militar e Médici.

Faltam monumentos.

Parques, hortos, praças, avenidas e ruas exibirão  os nomes dos que sonharam a Pátria Livre.

Nomes encobertos por leis infames tipo segredo eterno. Que o medo persiste. O lixo da ditadura ainda não foi varrido dos porões do Brasil.

O nacionalismo, o patriotismo, a brasilidade, a liberdade, a democracia e a fraternidade dependem do culto aos heróis, aos mártires.

Vídeo

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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