A ocupação da ponte de Westminster

Dia 15, sábado próximo, a grande Marcha Mundial Anticorrupção. Contra os corruptos e corruptores.
É um ato político, sim. Esta de denunciar que os políticos são corruptos significa o mesmo que dizer que a democracia é corrupta. Não se faz democracia sem política. O ato de votar é um comportamento político, e essencial para a democracia, assim como os comícios, as passeatas, as carreatas etc. São ações de propaganda, que devem ser livres, e jamais censuradas como acontece no Brasil. Principalmente pela justiça eleitoral. Que realiza um abuso de poder. O Brasil tem uma justiça absolutista, ditatorial, infalível majestática e divina.

A política não é propriedade dos partidos políticos.
Aliás, todas as organizacões fazem política em nome do povo.

O que caracteriza as atuais marchas mundiais e acampamentos contra a corrupção é justamente a decisão do povo dispensar os intermediários de sempre. No Brasil, a OAB, uma entidade corporativista, que criou a blindagem dos advogados. Nada mais corrupto que a blindagem dos advogados. Tanto quanto o foro especial criado por Fernando Henrique. Tanto quanto o segredo eterno criado por Lula da Silva.

Sem intermediários, os ingleses preparam o dia 15 de outubro.(Eu sou sozinho para editar vários blogues, portanto não vou traduzir. Falta tempo)

Preparan el ‘asalto’ a la City para el 15 de octubre

La chispa de la movilizaciones sociales empieza a prender en Gran Bretaña. Una semana después de que 35.000 manifestantes recorrieran las calles de Manchester, unos dos mil activistas se han lanzado este domingo a la toma del puente Westminster, versión local del puente de Brooklyn.

La “okupación” en protesta por los recortes sociales y por la privatización de la sanidad – duró algo más de tres horas, ante la mirada vigilante de decenas de policías de Londres que se limitaron a contemplar la sentada pacífica y no hicieron amago de intervenir.

“Lo de hoy ha sido un ensayo para lo que nos espera”, advertía Adam, llegado de Nottingham con una sonora pancarta “¡No voy tragar más!”- y con la máscara socarrona de ‘V de Vendetta’. “Vamos a ‘okupar’ el centro financiero de Londres esta misma semana. Vamos a cantarles la serenata a los culpables de todo esto”.

“Estamos aquí para protestar por los recortes que van a dejar maltrecho nuestro sistema sanitario”, explicaba Amanda Orr, disfrazada de enferma malherida y ensangrentada. “Esto es tan sólo parte de un plan para dejar desvalidos precisamente a los que menos tienen, mientras los ricos siguen adelante con sus vidas como si nada”.

Pasar a la acción

“La gente se está dando cuenta y ha decidido pasar a la acción”, vaticina Armanda. Lo que ha ocurrido en Estados Unidos empieza a suceder aquí. Somos la siguiente pieza del efecto dominó

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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