Eliana Calmon contra as facilidades na justiça

Uma mulher que dignifica a toga

Eliana Calmon
Eliana Calmon

A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, disse que se manterá no cargo mesmo que ocorra a aprovação da proposta de emenda constitucional que limita o poder do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

A justiça era absolutista. Agora vai ser muito mais divina. Os próprios tribunais serão responsáveis por julgar a perda de cargo dos magistrados. Hoje é o conselho que cuida desses processos.

Apesar de ressalvar que não pediria demissão do cargo, a ministra criticou duramente a PEC. “Esvazia o trabalho do Conselho Nacional de Justiça.”

Ela considera a ideia “preocupante”. “O conselho foi criado pela incapacidade dos tribunais locais de fazer a disciplina de seus magistrados.”

Calmon também criticou a distribuição desigual de verba para diferentes instâncias de um mesmo Tribunal de Justiça.

“Defendemos um orçamento em separado para as instâncias, ao invés de um orçamento global para todo o tribunal.”

O Brasil todo tem Eliana Calmon como símbolo da verdadeira Justiça.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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