Acha que será feita Justiça?

Marly Lourival Acioli (75 anos), mãe da juíza Patrícia Acioli, executada com 21 tiros há um mês em Niterói, diz que não. Ela não acredita na justiça. Nem o povo. A única coisa que espera agora da vida é não morrer antes de ver a prisão dos matadores da juíza. Mesmo com um problema de saúde agravado pela perda repentina da filha, Marly quebrou o silêncio e falou sobre o caso pela primeira vez. Ela criticou a falta de escolta à magistrada e, assim como as mães que pediam justiça à Patrícia por seus filhos, ela clamou: “Não se esqueçam dela”. Confira entrevista do jornal O Dia

– O que a senhora acha do Tribunal de Justiça retirar escolta de Patrícia?
– Foi covardia. Facilitaram tudo para os assassinos da Patrícia. Queriam forçá-la a sair de lá, intimidá-la ou sei lá o que tem mais nessa história podre. Não conheciam nem sua coragem nem sua obstinação.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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