Natal “paraíso do crime” internacional

Foto da reportagem Kriminelt eiendomsparadis, do DN.no Foto da reportagem Kriminelt eiendomsparadis, do DN.no

Quem matou Yngve Richardsen, perto de uma antiga aldeia de pescadores em Ponta Negra, no dia 12 de fevereiro de 2004?

Com este primeiro assassinato, Natal foi transformada em “paraíso do crime”, conforme apropriada denominação da imprensa da Noruega.

A polícia culpou dois pobres pescadores, e deu o caso por encerrado.

O morto fazia parte de uma quadrilha internacional, e estava envolvido com a grilagem de terras, onde foram construídos os espaços do atual turismo de luxo do Rio Grande do Norte.

Diz Geir Petter Borg, que “o bom amigo Richardsen fez dinheiro rápido, sim. Mas, dinheiro perigoso”.

Dinheirama grossa que desapareceu.

E suas propriedades? Parte foi conquistada por outros aventureiros, parte continua disputada entre parentes e quadrilheiros.

O assassinato ficou nas costas de dois pescadores. Caso seja verdade, viraram milionários…

Santiago Hounie, diretor da polícia, e representante da Interpol, revela sua preocupação com o crescente número de criminosos estrangeiros que buscam refúgio em Natal.

Denuncia que eles abrem empresas imobiliárias, compram lojas nos shoppings, e realizam os negócios da “vida noturna e prostituição”.

Quem intermedia a vinda dessa gentalha?

Aparecem sempre dois personagens do Chalezinho Francês. Christine “Epaud” e seu sócio e genro Thomaz Kristiansen.

– Não há dúvida que há risco no Brasil, alerta San Erik Nybakk, da Interpol de NCIS.

Além do Chalezinho Francês, conquistado em um “negócio” selado dentro de uma cadeia, e com dinheiro que ninguém sabe a origem nem o paradeiro, e tudo legalizado pela justiça do Rio Grande do Norte, existe um parque desportivo onde vivem vários criminosos, denuncia Nybakk.

Este parque foi usado como cemitério clandestino pelos irmãos Metralha. Leia a reportagem. Copie o texto, e traduza com o Google, e conheça os nomes das geladas almas sebosas encarnadas no sol de Natal.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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