Posts com Tag ‘prostituição infantil’

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In Brazil, it is estimated that 500,000 children roam the streets as prostitutes, selling their bodies in order to provide for themselves.1 Pressured into this position by physical abuse, economic need, or simply because it is their best option for survival, these children sell themselves to sexual exploitation for only a few dollars. Long viewed for its sexually liberal reputation, Brazil has been a popular a destination for sexual tourism. With the growing anticipation of the upcoming World Cup and Olympic Games, the issue of child prostitution has been put in the spotlight by both the Brazilian government and civil society groups as a pressing issue that cannot be ignored.

In June, Brazil expects to host over 600,000 foreigners with the arrival of the World Cup.2 However, many fear that among these tourists will be some looking for more than the thrill of the game; those seeking the thrill of spending a night with a young Brazilian. As the global gaze turns toward Brazil for this upcoming sporting event, the country has also come under scrutiny for its laws and practices regarding prostitution and the sexual exploitation of children. Although prostitution is legal there, the issue of illegal child prostitution continues to grow. 

Girls kidnapped by drug gangs and sold as sex slaves to cash in on the 2014 FIFA World Cup

 

Poliana, 14, is one of hundreds of children exploited by sex traffickers in the huge construction boom around the 2014 FIFA World Cup in Brazil. Picture: Jota Roxo Source: Supplied

Poliana, 14, is one of hundreds of children exploited by sex traffickers in the huge construction boom around the 2014 FIFA World Cup in Brazil. Picture: Jota Roxo Source: Supplied

(…)Child sex gangs trekked to some of Brazil’s poorest villages where they snatched or bought young girls from their families.
As local anti-child prostitution campaigner Matt Roper first reported in the Sunday Mirror, he has been told a sinister account of traffickers and the Russian mafia bringing in girls from around Brazil and even from Africa to work as sex slaves.
Roper told news.com.au when he travelled to Sao Paulo to personally investigate Sao Paulo’s child prostitutes he learned police had largely ignored the scandal which was going on “in broad daylight”.
Roper runs Meninadanca and the Pink House, a charity and safe house which takes child prostitutes off Brazil’s “highway of hell”, the country’s main roadway where young girls prostitute themselves.
Drug syndicates were reportedly bringing in bus-loads of children to work as prostitutes among the city’s 11.3 million population.

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por Peter Yehl/University of Pittsburgh

 

 

O Brasil necessita enfrentar o seu problema endêmico de tráfico sexual.

Talvez vocês se lembrem – da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul – a imagem dos futebolistas saindo dos túneis antes de cada partida, cada um escoltado por uma criança. Segundo o site de marketing da FIFA, o programa “Sonho de Craque” de McDonald’s oferece às crianças uma “oportunidade única na vida” para entrar em campo com os seus jogadores preferidos. No entanto, mesmo sendo uma oportunidade maravilhosa, ela esconde o fato de que, para cada criança que vai poder escoltar um futebolista durante a Copa do Mundo, todos os dias no Brasil entre 175 e 350 crianças são forçadas a trabalhar como “escoltas sexuais.”

Segundos os dados mais atuais da UNICEF, existem cerca de 250.000 trabalhadoras infantis do sexo atualmente no Brasil. Estimativas do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI) dobra este número a meio milhão de crianças.

Até agora, o governo brasileiro gastou mais de R$ 33 bilhões na construção e nas propagandas para a Copa do Mundo. Ao mesmo tempo, o Brasil está gastando pouco dinheiro na luta contra o tráfico sexual dentro de suas fronteiras. Isso inclui um esforço insuficiente para melhorar o sistema de educação pública e reduzir a pobreza, dois dos maiores fatores contribuintes que uma criança se torne mais vulnerável ao tráfico sexual.

Isso é um grande problema para um país que não é apenas o maior destino de tráfico sexual na América do Sul, mas também um dos maiores do mundo. Outro problema sendo que a idade de consentimento é de 14 anos e onde a pobreza, particularmente na região do nordeste, leva aos pais a venderem as filhas à prostituição para fornecer a família com uma renda extra. A situação é particularmente grave em Fortaleza e Recife, dois dos principais destinos de turismo sexual do país e onde é comum ver as meninas pobres serem vendidas pelos pais aos cafetões.

Infelizmente, o governo não só está fazendo pouco para combater o tráfico sexual, mas também está em muitos aspectos fazendo com que o problema piore. Em 2012, por exemplo, o Tribunal de Justiça de São Paulo absolveu um homem acusado de estuprar 3 meninas com 12 anos de idade, porque elas já se prostituiam. No ano passado, o governo foi criticado muito após lançar a campanha “Eu sou feliz sendo prostituta.” E este ano em Belo Horizonte, a sexta maior cidade do Brasil, a Associação das Prostitutas de Minas Gerais (APROSMIG) começou ajudar as trabalhadoras do sexo aumentarem o lucro delas, fornecendo-lhes aulas grátis de inglês.

Agora as ONGs brasileiras e internacionais têm medo de que o problema de tráfico sexual no país vai piorar durante a Copa do Mundo, quando a demanda por serviços sexuais aumentar junto com os cerca de 600 mil turistas estrangeiros que chegarão com US$ 11 bilhões em dinheiro disponível.

O passado nos mostra que essas ONGs apresentam um cenário correto. Durante a Copa do Mundo de 2010, cerca de 40.000 mulheres e crianças foram traficadas para a África do Sul para serem exploradas como prostitutas. Além disso, enquanto o tráfico sexual e a prostituição infantil é um problema continuo no Brasil e em todas as maiores cidades (incluindo todas as 12 cidades-sede da Copa do Mundo), a demanda de serviços sexuais aumenta drasticamente durante eventos de grande porte, incluindo o Carnaval e a Copa das Confederações que o Brasil sediou no ano passado.

Desde 2005, a Copa das Confederações é realizada no mesmo país que vai sediar a Copa do Mundo no ano seguinte. Resultando que nos últimos anos, a Copa das Confederações tornou-se um ensaio geral de preparação do país-anfitrião para a Copa do Mundo. Ao mesmo tempo, os cafetões e traficantes brasileiros também estão se preparando para acomodar o aumento da demanda por sexo da parte dos turistas da Copa do Mundo.

Qualquer fã de futebol internacional sabe que, dia 12 de junho, a seleção brasileira estará pronta para enfrentar a Croácia. O que fica em dúvida é se o Brasil estará pronto para enfrentar o tráfico sexual.

 

La prostitución infantil es el gran rival del Mundial de Brasil 2014

 

 

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Destacar que Brasil es uno de los países con mayor comercio sexual infantil en el mundo, se habla de unos 250,000 menores en situación de explotación sexual.La explotación sexual de menores de edad es el tercer negocio más lucrativo del mundo, solo superado por el tráfico de armas y drogas, con miras a generar más ingresos durante el mundial, se generó una red de prostitución organizada en torno a los estadios en más de una docena de ciudades de Brasil, donde los aficionados de fútbol se reunirán durante las seis intensas semanas que durará el torneo.

Aunque el intercambio de sexo por dinero es técnicamente legal desde 1949, el comercio sexual sigue estando fuertemente vinculado a grupos delictivos y es una de las formas de vida más peligrosas del país. Las prostitutas alrededor del estadio se encargan de los trabajadores y camioneros, pero su meta es que los aficionados visitantes sean sus clientes y les paguen en dólares. Las que son menores de edad se esconden en las calles aledañas o detrás de las paradas de camiones.

Las bandas criminales buscan a niñas que viven en extrema pobreza, donde las drogan o simplemente las compran a sus familiares. La mayoría de las niñas llevadas a São Paulo para prostituirse, apenas tienen 11 años, la mayoría no tienen ni electricidad ni agua corriente, la desesperación de la gente es tan grande, que algunos padres incluso ponen a sus hijos en la calle.

Matt Roper, quien ha realizado varias investigaciones sobre la prostitución infantil en Brasil, dice que los narcotraficantes y grupos de mafiosos de Europa del Este, obtienen a las niñas de las aldeas brasileñas y también de África, en particular de Congo y Somalia.

Por la noche, las niñas deambulan en la avenida u otras autopistas, en busca de clientes. Después se dirigen con ellos a los moteles o habitaciones cercanos al gigantesco estadio. Su vida cotidiana está repleta de violaciones a sus derechos humanos básicos.

Su tarifa más alta es de 60 dólares. Solo la mitad es para ella, menos las deudas por ropa, drogas, alcohol y cosméticos.

pn/pv

Fuente: La Patilla / Infobae.com

“Espero tener mucho trabajo con los aficionados al fútbol”, sostiene Thais, de 16 años. Planea cobrar 23 dólares, cuatro veces más que el precio actual.

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Hace un tiempo, el gobierno brasileño retiró de circulación una pieza de una campaña en redes sociales sobre enfermedades de transmisión sexual, en la que una mujer declaraba “soy feliz siendo prostituta”. Fue emitida en el marco del Día Internacional de la Prostituta.

Pese a la censura, se espera que la prostitución aumente a medida que se acerca la Copa Mundial de la FIFA en 2014. Especialmente, la prostitución infantil.

“Si bien es legal a partir de los 14 años, hay muchas niñas menores vendiendo sexo. Según la UNICEF, son alrededor de 250 mil”, informó Time.

“A los clientes se les cobra alrededor de 60 dólares. La prostituta obtiene la mitad de eso, menos las deudas por vestimenta, drogas, alcohol y cosméticos. La niña consigue un cuarto con lo que paga el cliente”, aseguró Thiago, quien admite haber tenido relaciones con niñas menores de 14 años.

De hecho, en 2012 una Corte de justicia resolvió que tener relaciones sexuales con niñas de 12 años no era necesariamente una violación, pues algunas de ellas trabajan como prostitutas. Amnistía Internacional calificó dicha resolución como una “luz verde para los violadores”.

Relatos

Poliana, 14 años

“Cuando comience la Copa del Mundo habrá muchas más chicas de mi edad y más jóvenes. Yo soy una de las mayores”, sostiene Poliana, de 14 años.

La menor lleva sólo tres meses en el oficio. La niña vende su cuerpo a los trabajadores del Arena Corinthians por menos de 4,7 dólares durante su hora de comer.

La cama de Poliana, cubierta de muñecos de peluche, se encuentra en una pequeña habitación escondida en un laberinto de callejones con alcantarillado abierto adonde van los obreros para comprar a chicas como ella, consigna el medio electrónico argentino.

La adolescente relata que salió a la calle la misma noche que murió su madre: “No sabía cómo iba a encontrar dinero para comer o pagar el alquiler. Pero no pasé mucho tiempo así. Había muchos hombres de la construcción que buscaban sexo”.

Hace dos semanas se enteró de que estaba embarazada. Sin embargo, todos los días, a la hora del almuerzo, la joven se arregla para cumplir con sus clientes en uno de los hoteles cercanos a la favela.

Thais, 16 años

“Casi todos mis clientes son de la construcción, siempre pagan, pero no siempre me tratan bien. Pero, ¿qué puedo hacer? Mis padres están muertos, necesito dinero. Si no fuera por los hombres que trabajan en el estadio, no sé qué haría. Mañana uno de ellos ha reservado un día entero en el hotel conmigo, será un buen día de trabajo para mí”, dice la niña de 16 años, que es considerada como la menor más ‘vieja’ en la profesión.

“Espero tener mucho trabajo con los aficionados al fútbol cuando empiece el Mundial”, agrega la niña, explicando que planea cobrar 23 dólares, cuatro veces más que el precio actual.Fonte

O sequestro de crianças por papa-figo e para rituais de magia negra sempre fez parte do legendário brasileiro. Os boatos servem para encobrir o tráfico infantil para a prostituição e transplantes de órgãos, que a polícia não procura as meninas e meninos desaparecidos. Nem investiga as mortes por balas perdidas e por causa desconhecida conforme incompetentes atestados de óbitos.

 

Três Rios em Pânico, no Rio de Janeiro

Em 12 de abril, o jornal online Três Rios publicou reportagem assinada por Luana Lazarini:

Desde o início da semana, o retrato falado de uma suposta sequestradora de crianças em Três Rios circula pelas redes sociais. A mensagem, que diz que a mulher retira os menores dos braços das mães à força, tem preocupado pais e a população em geral. Com o temor que aflige os trirrienses, cartazes chegaram a ser fixados em muros de algumas escolas do município e muitas mães não deixam os filhos andarem sozinhos pelas ruas.

Em nota enviada ao Entre-Rios Jornal, a 108ª Delegacia de Polícia informa que os boatos sobre a ação da suposta sequestradora na cidade são inverídicos e que “a foto da mulher foi retirada de uma antiga notícia de jornal que não tem qualquer relação com o município de Três Rios”. A reportagem em questão foi publicada em 2012, quando a mulher tentou roubar um bebê do colo da mãe e esfaqueou a vítima na Zona Norte do Rio de Janeiro. Transcrevi trechos. Os dois retratados foram publicados no

Pontal Notícias do Paraná no dia 13 de abril último:

Sequestradora está agindo no litoral do Paraná

sequestradora

A mulher do retrato falado acima é uma criminosa que tentou sequestrar uma criança em uma creche em Pontal do Paraná. Segundo informações, essa moça sequestra crianças para praticar magia negra, e está sendo procurada pela polícia por ser acusada de sequestrar mais de 30 crianças. A polícia pede cautela e atenção aos pais e sociedade, e qualquer informação da meliante deve ser passada pela Polícia no 190, pois ajuda no paradeiro da sequestradora. Não é preciso se identificar.

 

Pedido de alerta em Guarujá, São Paulo

Em 25 de abril último, o Página Guarujá Alerta publicou no Facebook:

Guarujá alerta

 

 Linchamento após boatos de rapto de crianças 

 

Fabina, quando jovem

Fabiana, quando jovem

Foto recente de Fabiana

Fabiana depois de casada

No linchamento

No linchamento

Fabiana morta

Fabiane Maria de Jesus morreu na manhã desta segunda-feira (5), dois dias após ter sido espancada por dezenas de moradores de Guarujá, no litoral de São Paulo. Segundo a família, ela foi agredida a partir de um boato gerado por uma página em uma rede social que afirmava que a dona de casa sequestrava crianças para utilizá-las em rituais de magia negra.

Informa a revista Veja: Moradores do bairro Morrinhos, no Guarujá, são os principais suspeitos de linchar até a morte a dona de casa Fabiane Maria de Jesus, de 33 anos. A principal linha de investigação da Polícia Civil é que Fabiane foi confundida com um retrato falado espalhado nas redes sociais, atribuído a uma suposta sequestradora de crianças que praticava rituais de magia negra. Amarrada e espancada nas ruas do bairro, ela acabou sendo vítima de mais uma inaceitável ação de “justiceiros” no Brasil.

A Polícia Civil ainda não sabe quantas pessoas participaram do linchamento, mas já tem imagens da agressão coletiva, feitas com telefones celulares e divulgadas na internet. Investigadores fazem buscas e procuram testemunhas em Morrinhos, bairro com mais de 20.000 habitantes, na periferia do Guarujá.

 

 

“Tudo indica que os autores são da comunidade mesmo. As imagens são fracionadas, mas permitem a identificação de pessoas que tenham relacionamento com os suspeitos. Ainda não sabemos quantas pessoas efetivamente participaram das agressões”, disse o delegado Luiz Ricardo Lara, do 1º Distrito Policial de Guarujá.

O bairro Morrinhos é dividido em quatro glebas. Fabiane morava com familiares em Morrinhos 1 e sofreu o espancamento em Morrinhos 4, distante de sua casa. Segundo as investigações, ela saiu de casa sozinha para caminhar, mas a polícia ainda não sabe como ela chegou ao local do espancamento.

Familiares de Fabiane já prestaram depoimento à polícia. O marido dela relatou que a mulher fazia acompanhamento psiquiátrico. Eles não relataram perseguições anteriores a Fabiane.

A família e os investigadores suspeitam que a dona de casa tenha sido confundida com uma mulher que teve dois retratos falados divulgados na internet. As imagens são acompanhadas por textos alertando pais e mães para não deixarem seus filhos nas ruas, porque poderiam ser alvo de sequestro para rituais de magia negra.

A polícia, entretanto, é categórica ao afirmar que não tem nenhum registro de acontecimentos desse tipo no Guarujá. “Os fatos veiculados pelas redes sociais são inverídicos. Pelo menos até agora, não há registro aqui na cidade de Guarujá, em qualquer dependência policial, de fato caracterizado como sequestro de criança. Nenhum boletim de ocorrência”, disse o delegado. Boatos similares, espalhados com as mesmas imagens, já haviam sido desmentidos em cidades no Rio de Janeiro.

Guaruja volta a linchar

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Um casal de jovens, morador da região do ABC Paulista, na Grande São Paulo, foi pintado por banhistas e moradores da comunidade da Prainha Branca, em Guarujá, no litoral do Estado, após terem pichado uma grande pedra que fica na entrada da praia.

 

 

Acontecia no Brasil, antes das viagens de secundaristas e universitárias, para conhecer o Brasil, através dos projetos Mauá e Rondon – a adaptação do lema hippie  “faça o amor, não faça a guerra”, pela ditadura militar.

Até a década de setenta, pipocavam boatos e perseguições contra cirurgiões plásticos que realizavam reconstituições de hímen. O homem, inclusive podia pedir a anulação do casamento, com a comprovação de que a esposa não era virgem na primeira noite de núpcias.

Coisa parecida com os ambulatórios clandestinos de médicos que praticam abortos.

Os brasileiros ocupam o segundo lugar no mundo entre os que perdem a virgindade mais cedo. A idade média é de 17,4 anos, ficando atrás apenas da Áustria, com 17,3 anos. Os números fazem parte da pesquisa The Face of Global Sex 2007 – First sex: an opportunity of a lifetime (Primeira relação sexual: uma oportunidade para toda a vida), realizada por uma fabricante de preservativos com 26 mil entrevistados em 26 países.

Não acredito nessa pesquisa. Quanto mais pobre uma adolescente, mas fácil a perda da virgindade. Não causa nenhuma indignação o Brasil possuir 250 mil prostitutas infantis, conforme dados da Polícia Federal e Unesco; 500 mil, para as ONGs.

Adolescentes iniciam sua atividade sexual na faixa entre os 13 e os 17 anos de idade. Essa é uma das conclusões de pesquisa realizada pelo Projeto Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

O estudo foi feito de 2000 a 2004 e envolveu dois mil alunos de 1,3 mil escolas públicas e 700 particulares da cidade de São Paulo.Coordenado pela psiquiatra Carmita Abdo, o trabalho revela que 97% dos jovens de 15 a17 anos conhecem bem os riscos para a saúde provocados pela atividade sexual e os cuidados que devem ser tomados para evitá-los.

No entanto, outros dados, coletados pelo Ministério da Saúde, revelam que há sete anos, a maioria das internações de meninas de 14 a19 anos no Sistema Único de Saúde (SUS) são para trabalho de parto. “Acredito que a situação não tenha mudado”, opina a médica.

As pesquisas não batem. Outro estudo realizado, em 2005, afirma que a média total no mundo para perda da virgindade é de 17,3 anos. Sendo 17,2 anos para as mulheres e 17,5 para os homens.

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Faltam dados atualizados, para o devido combate à prostituição infantil e doenças sexuais transmissíveis, inclusive Aids.

tunisiana

Publica, hoje, a Tribuna de Macau, colônia chinesa: Pressionadas por uma sociedade que se mantém conservadora por trás de uma fachada moderna, são cada vez mais as mulheres na Tunísia que se submetem à reconstrução do hímen para chegar à noite de núpcias na condição de virgens. Dessa forma, querem evitar ser rejeitadas por homens que afirmam, sem rodeios, que nunca se casariam com mulheres “já usadas”.

Segundo a agência AFP, a operação de reconstrução do hímen, uma pequena membrana situada na entrada da vagina, dura apenas meia hora.

“O número de mulheres que recorre à himenoplastia, a virgindade de forma duradoura, ou à himenorrafia, a virgindade por alguns dias, aumentou muito nos últimos anos”, disse um médico tunisino, que opera anualmente cerca de uma centena de mulheres, de 18 a 45 anos, que chegam ao consultório “com o rosto tapado por um véu ou lenço e com grandes óculos escuros)”. Entre as clientes também há argelinas e líbias.

 

O tarado de Vitória, Espírito Santo

O tarado de Vitória, Espírito Santo

O pedófilo da Bahia

O pedófilo da Bahia

O Brasil, para a Polícia Federal e Unesco, possui 250 mil prostitutas infantis. Para as ONGs, 500 mil. Ninguém depende das redes sociais para pegar crianças. Elas estão em cada semáforo, em cada esquina das cidades. Certas notícias considero campanha contra a liberdade de expressão na internet.

Um pedófilo vai para a rede por exibicionismo, pela emoção de correr o perigo, e pretende ser descoberto, preso e punido. Acontece com o serial killer.

Que a polícia cace e prenda os pedófilos dentro e fora das redes sociais, seja mulher, seja homem.

Pedofilia, uma perversão sexual

Quando a atração sexual de um indivíduo adulto ou adolescente está dirigida primariamente para crianças pré-púberes (ou seja, antes da idade em que a criança entra na puberdade) ou no início da puberdade.

Segundo o critério da OMS, adolescentes de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes, pelo menos cinco anos mais novas do que eles.

O tráfico de órgãos de crianças

Nunca vi crianças ricas nas filas de transplantes.

Que tráfico de crianças existe, existe. Na Páscoa, deste ano, o Papa Francisco fez oportuna condenação.

O tráfico de crianças constitui um crime bárbaro contra a humanidade.

Desconfio das mortes por balas perdidas. Que seja proibido, nestes casos, a doação de órgãos, sem a devida investigação policial, e a identificação do assassino. Pode ser morte encomendada.

É frequente a morte de crianças por causa desconhecida. O cadáver deveria, por motivos óbvios, ser considerado impróprio para doação de órgãos.

O destino das crianças

O lugar dos pedófilos e dos traficantes é na cadeia. Mas precisamos cuidar de nossas crianças. A criança filha da rua, a criança drogada, a criança prostituta, a criança soldado da milícia ou soldado do traficante, a criança que realiza trabalho escravo, notadamente como babá em casas de famílias da classe média, e considerada filha de criação. Da adoção para doar órgãos. Idem as vítimas dos despejos judiciais. Que se investigue o paradeiro de milhares de crianças desaparecidas. Muitas são enterradas como indigentes nas valas comuns dos cemitérios públicos, sem que os pais sejam notificados.

Corre na internet o rumor de um extermínio de crianças em Fortaleza. É urgente que alguma autoridade investigue, para desmentir o boato.

 

Na audiência geral o Papa fala do mistério do sofrimento e da morte dos inocentes

Humildade de uma vitória

«Quando vemos as crianças sofrer é uma ferida no coração. É o mistério do mal». Mas Jesus assume sobre si este mal, este sofrimento e leva-o para a cruz da redenção até à glória da ressurreição. No coração da semana santa o Papa Francisco repropos-nos assim o mistério do sofrimento, sobretudo do sofrimento dos inocentes. E depois explicou-o com a vitória de Jesus sobre a morte.

Jesus, disse, escolheu para si o caminho da humilhação e do despojamento e percorreu-o «até ao fim». E olhando para Jesus na sua paixão, acrescentou o Pontífice, é como se víssemos «num espelho também os sofrimentos de toda a humanidade». Mas é precisamente nesta imagem reflectida que «encontramos a resposta divina ao mistério do sofrimento», um mistério «desconcertante», o mistério «da grande humildade de Deus».

É sobre isto que se deve reflectir nesta semana, sugeriu o bispo de Roma, na certeza de que cada um de nós pode dizer «isto é para mim». Mesmo que tivesse sido a única pessoa no mundo – esclareceu – tê-lo-ia feito», teria assumido todo o sofrimento. Eis por que «nesta semana nos fará bem a todos – sugeriu – olhar para o crucificado, beijar as chagas de Jesus» e dizer «obrigado Jesus por mim». Obrigado porque «quando tudo parece ter acabado, quando já não há ninguém então intervém Deus com o poder da ressurreição».

Mas, focalizou o Santo Padre, a ressurreição de Jesus «não é o final de uma linda fábula, não é o happy end de um filme, mas é a intervenção de Deus». Assim «quando em certos momentos da vida não encontramos nenhuma via de saída para as nossas dificuldades» e caímos na escuridão mais densa, chegou o momento no qual «experimentamos que somos frágeis e pecadores». Naquele momento, disse o Papa Francisco concluindo, «não devemos mascarar a nossa falência» mas abrir-nos confiantes à esperança de Deus».

“… a meio da Semana Santa a liturgia apresenta-nos aquele episódio triste do relato da traição de Judas, que vai ter com os chefes do Sinédrio para mercadar e entregar-lhes o seu Mestre. Quanto me dais se eu o Entrego? E Jesus passa a ter um preço. Este ato dramático marca o início da Paixão de Cristo, um percurso doloroso que Ele escolhe com absoluta liberdade. Di-Lo claramente Ele próprio: “Eu dou a minha vida…”
Nestes dias, vemos Jesus percorrer, de livre vontade, o caminho da humilhação e do despojamento – afirmou o Papa Francisco – o caminho que atinge o ponto mais profundo na morte de cruz: morre como um derrotado, um falido! Mas, aceitando esta falência por amor, supera-a e vence-a.
“A sua paixão não é um incidente; a sua morte – aquela morte – estava escrita. Trata-se de um mistério desconcertante, mas conhecemos o segredo deste mistério, desta extraordinária humildade: “Deus efetivamente amou tanto o mundo que deu o seu Filho Unigénito.”
Se, depois de todo o bem que realizara, não tivesse existido esta morte tão humilhante, Jesus não teria mostrado a medida total do seu amor – observou o Papa. A falência histórica de Jesus e as frustrações de muitas esperanças humanas são a estrada mestra, por onde Deus realiza a nossa salvação. É uma estrada que não coincide com os critérios humanos; pelo contrário, inverte-os, pois pelas suas chagas fomos curados. Quando tudo parece perdido, é então que Deus intervém com a força da ressurreição.
“A ressurreição de Jesus não é o final feliz de uma linda fábula ou de um filme, mas a intervenção de Deus Pai, quando já toda a esperança humana se tinha desmoronado.”
Também nós somos chamados a seguir Jesus por este caminho de humilhação – continuou o Santo Padre. Quando nos sentimos mergulhados na mais densa escuridão e não vemos qualquer via de saída para as nossas dificuldades, então esse é o momento da nossa humilhação e despojamento total, é a hora em que experimentamos como somos frágeis e pecadores. E nesse momento devemos abrir-nos à esperança tal como fez Jesus – advertiu o Papa Francisco que concluiu a sua catequese exortando todos para a contemplação do Mistério da Cruz:
“Esta semana vai-nos fazer bem pegar no crucifixo e beija-lo tantas vezes e dizer obrigado Jesus, obrigado Senhor. Assim seja.”
No final da audiência o Santo Padre saudou também os peregrinos de língua portuguesa:
“De coração saúdo todos os peregrinos de língua portuguesa, com menção particular do Colégio Nossa Senhora da Assunção. Tomai como amiga e modelo de vida a Virgem Maria, que permaneceu ao pé da cruz de Jesus, amando, também Ela, até ao fim. E quem ama passa da morte à vida. É o amor que faz a Páscoa. A todos vós e aos vossos entes queridos, desejo uma serena e santa Páscoa.”

 

 

 

 

Na mensagem para a campanha quaresmal da fraternidade no Brasil o Papa pede para não espezinhar a dignidade do próximo

Tayo Fatunia

Tayo Fatunia

E denuncia o tráfico de pessoas, a adopção de criaças para extracção de órgãos

Não se pode permanecer impassíveis sabendo que existem seres humanos tratados como mercadoria: crianças adoptadas para extracção de órgãos, mulheres enganadas e obrigradas à prostituição, trabalhadores sem direitos esem voz. «Isto é tráfico humano» denuncia o Para Francisco na mensagem, que publicamos a seguir, por ocasião da habitual campanha da fraternidade, com a qual se abra no Brasil o itinerário quaresmal.

 

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Queridos brasileiros,

Sempre lembrado do coração grande e da acolhida calorosa com que me estenderam os braços na visita de fins de julho passado, peço agora licença para ser companheiro em seu caminho quaresmal, que se inicia no dia 5 de março, falando-lhes da Campanha da Fraternidade que lhes recorda a vitória da Páscoa: «É para a liberdade que Cristo nos libertou» (Gal 5,1). Com a sua Paixão, Morte e Ressurreição, Jesus Cristo libertou a humanidade das amarras da morte e do pecado. Durante os próximos quarenta dias, procuraremos conscientizar-nos mais e mais da misericórdia infinita que Deus usou para conosco e logo nos pediu para fazê-la transbordar para os outros, sobretudo aqueles que mais sofrem: «Estás livre! Vai e ajuda os teus irmãos a serem livres!». Neste sentido, visando mobilizar os cristãos e pessoas de boa vontade da sociedade brasileira para uma chaga social qual é o tráfico de seres humanos, os nossos irmãos bispos do Brasil lhes propõem este ano o tema “Fraternidade e Tráfico Humano”.

Não é possível ficar impassível, sabendo que existem seres humanos tratados como mercadoria! Pense-se em adoções de criança para remoção de órgãos, em mulheres enganadas e obrigadas a prostituir-se, em trabalhadores explorados, sem direitos nem voz, etc. Isso é tráfico humano! «A este nível, há necessidade de um profundo exame de consciência: de fato, quantas vezes toleramos que um ser humano seja considerado como um objeto, exposto para vender um produto ou para satisfazer desejos imorais? A pessoa humana não se deveria vender e comprar como uma mercadoria. Quem a usa e explora, mesmo indiretamente, torna-se cúmplice desta prepotência» (Discurso aos novos Embaixadores, 12/XII/2013). Se, depois, descemos ao nível familiar e entramos em casa, quantas vezes aí reina a prepotência! Pais que escravizam os filhos, filhos que escravizam os pais; esposos que, esquecidos de seu chamado para o dom, se exploram como se fossem um produto descartável, que se usa e se joga fora; idosos sem lugar, crianças e adolescentes sem voz. Quantos ataques aos valores basilares do tecido familiar e da própria convivência social! Sim, há necessidade de um profundo exame de consciência. Como se pode anunciar a alegria da Páscoa, sem se solidarizar com aqueles cuja liberdade aqui na terra é negada?

Queridos brasileiros, tenhamos a certeza: Eu só ofendo a dignidade humana do outro, porque antes vendi a minha. A troco de quê? De poder, de fama, de bens materiais… E isso – pasmem! – a troco da minha dignidade de filho e filha de Deus, resgatada a preço do sangue de Cristo na Cruz e garantida pelo Espírito Santo que clama dentro de nós: «Abbá, Pai!» (cf. Gal 4,6). A dignidade humana é igual em todo o ser humano: quando piso-a no outro, estou pisando a minha. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou! No ano passado, quando estive junto de vocês afirmei que o povo brasileiro dava uma grande lição de solidariedade; certo disso, faço votos de que os cristãos e as pessoas de boa vontade possam comprometer-se para que mais nenhum homem ou mulher, jovem ou criança, seja vítima do tráfico humano! E a base mais eficaz para restabelecer a dignidade humana é anunciar o Evangelho de Cristo nos campos e nas cidades, pois Jesus quer derramar por todo o lado vida em abundância (cf. Evangelii gaudium, 75).

Com estes auspícios, invoco a proteção do Altíssimo sobre todos os brasileiros, para que a vida nova em Cristo lhes alcance, na mais perfeita liberdade dos filhos de Deus (cf. Rm 8,21), despertando em cada coração sentimentos de ternura e compaixão por seu irmão e irmã necessitados de liberdade, enquanto de bom grado lhes envio uma propiciadora Bênção Apostólica.

Vaticano, 25 de fevereiro de 2014.

Franciscus PP.

 

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O que mata mais no Brasil violento: morte matada ou morte morrida? A polícia mata, a milícia mata, o assaltante de rua mata, o trânsito mata. É um país de assassinos. Dos desaparecidos. Dos cemitérios clandestinos. Da escravidão. Dos atestados de óbito por causa desconhecida. Das 500 mil crianças prostitutas condenadas a morrer antes da maioridade. Dos filhos da rua e dos f.d.p. nos mais altos cargos dos cinco poderes: o econômico, o judiciário, o executivo, o legislativo, a imprensa.

Dou um exemplo desta semana: assassinaram três jornalistas. Que indenização vão receber as famílias dos mortos?

Sei que um brasileiro vale menos que um argentino. Eis a prova:

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Tragedia en Mendoza: pagarán $700 mil por cada víctima fatal del accidente en San Martín

Se calcula que esa cifra deberán abonar los dueños del camión que protagonizó el choque que provocó 16 muertes. Sólo con los fallecidos, el monto ronda los $11 millones. Podría ser más si los sobrevivientes deciden hacer demandas.

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Ignacio Zavala Tello
zavala.ignacio@diariouno.net.ar

Casi $11 millones deberán pagar las empresas brasileñas propietarias del camión y el semirremolque que protagonizaron la denominada “tragedia de la ruta 7” en San Martín. La cifra se calcula sólo para las víctimas fatales, pero ascendería si quienes sobrevivieron anteponen medidas judiciales.

Mientras continúan las pericias para intentar determinar si el camionero Genesio Mariano (35) realmente estaba bajo los efectos de alcohol y drogas como afirmaron varios testigos, el representante legal de las compañías brasileñas en Mendoza le confirmó a Diario UNO que deberán desembolsar unos $700 mil por víctima. Así, sólo por las 15 víctimas fatales (sin contar al camionero, que fue quien ocasionó el siniestro), la suma ascendería a los $10 millones y medio.

“El monto del pago (de las indemnizaciones), ya sea por un arreglo o por sentencia firme que se determine, a ojo experimentado, en promedio va a rondar los $700 mil por víctima. Podrá ser menos o más, dependiendo de cada caso”, especificó Alejandro Miguel Nacevich, representante legal de ACM Transportes y Toso Limitada. Ese monto incluiría los conceptos de daños moral y psicológico, y lucro cesante.

El abogado precisó que, si bien siempre se mencionó a ACM como la propietaria del camión, tanto el chofer como el tractor pertenecían a Toso. Esta empresa alquilaba el semirremolque de ACM, pero ambas serán las responsables legales en caso de que lo determine la Justicia.

Más aportes a la investigación

Según explicó Nacevich, el martes pasado, los dueños de ambas empresas brasileñas llegaron a Mendoza para ponerse a disposición del fiscal que investiga el tremendo siniestro vial.

“Nos apersonamos en la fiscalía de San Martín, adjuntamos la póliza de seguro de responsabilidad civil que les exigen a las empresas de transporte internacional por daños a terceros y vimos el vehículo siniestrado”, detalló el letrado.

De acuerdo con la versión de Nacevich, entre esos aportes también figura el informe de GPS, que echará luz sobre el recorrido que realizó Mariano entre las 15 y las 17.30, lapso en el que se genera el vacío investigativo.

De acuerdo con la información del sistema satelital, los propietarios de ACM indicaron que el enorme transporte de cargas circulaba a unos 50 kilómetros por hora y no a más de 100 como indicaron fuentes policiales tras el incidente. Nacevich indicó que la velocidad no será determinante, debido a que los efectos son los mismos. “Quedó molido. Evidentemente, despacio no iba. Además, están las imágenes de los testigos presenciales donde uno ve que el camión no iba despacio. Si iba a 50 o a 200 (km/h) lo va a determinar una pericia mecánica. De todas maneras, en la responsabilidad y en la indemnización no hace diferencia”, sentenció el abogado especializado en comercio internacional y transporte.

Respecto de la hipótesis que plantearon los empresarios brasileños de que su chofer había sido asaltado, el abogado mendocino se atajó: “No lo descarto, pero tampoco lo afirmo”.

Identifican los dos últimos cuerpos

Una semana pasó y sólo entonces los 16 fallecidos tras el siniestro vial pudieron ser identificados. Ayer se confirmó que el cadáver masculino, que no podía ser individualizado por no contar con muestras de ADN que cotejar, es del camionero brasileño y que el cuerpo femenino es de una turista norteamericana.

Genesio Mariano, el chofer oriundo de Brasil, fue identificado luego de que su medio hermano Roberto Fernandes de Jezuz (23) aportara muestras de sangre la tarde del jueves en el Cuerpo Médico Forense.

Los peritos también confirmaron que el cuerpo de mujer que faltaba reconocer es de Tyler Mooney Sabrooke, una turista norteamericana que fue reconocida visualmente por familiares que llegaron de Estados Unidos debido a que no estaba calcinada, sino que fue rescatada del micro y falleció en el hospital.