Arquivo da categoria ‘Violência urbana’

água balde

 

 

O governador Geraldo Alckmin, com a cumplicidade da mídia vendida – os jornais das famílias Frias e Mesquita, e as revistas de papel cuchê editadas em São Paulo, a Veja e Istoé – , para se reeleger logo no primeiro turno, deu sua palavra de honra, de cavaleiro da TFP e da Opus Dei, que não faltaria água em São Paulo.

Mas a falta de água era uma tragédia anunciada. O abastecimento vinha sendo feito com o volume morto das represas. A verdade, a verdade verdadeira é que o governador mentiroso estava oferecendo lama para o povo.

A água estava prevista para faltar, oficialmente, na segunda-feira depois do domingo do primeiro turno. E a decretação do racionamento foi adiada para a segunda=feira depois do domingo de segundo turno, quando os tucanos tinham a esperança de eleger Aécio, via golpes eleitorais. Esconder a falta de água foi um deles.

 

Restaurantes fechados, uso de poços

10 cenários da iminente falta total de água em São Paulo

 

Café na Vila Madalena: fechado

Café na Vila Madalena: fechado

 

por Edson Rodrigues

 

A cada dia que passa a crise da água em São Paulo ganha contornos mais e mais dramáticos para os habitantes da região metropolitana.

Os relatos de desabastecimento se espalham e o segundo volume morto está com os dias contados.

Os índices de armazenamento dos sistemas Alto Tietê, Guarapiranga e do Alto Cotia, somados à baixa pluviometria dos meses de setembro e outubro, desenham um futuro próximo que assusta o paulistano: a seca.

Além do cenário crítico cenário, os recentes vazamentos de áudios da Presidente da Sabesp e seu diretor metropolitano sobre iminente da falta d’água só contribuem ainda mais para a insegurança do cidadão à espera do pior.

Dilma disse, numa conversa gravada, que a Sabesp não alertou os consumidores por “orientação superior”.

Diante da realidade que se anuncia sem o esperado dilúvio, o cidadão terá que se adaptar a uma nova realidade: viver sem o mínimo de água. Algumas mudanças que a cidade deverá enfrentar no próximo semestre:

1 – Atividades domésticas: lavar louça, roupas, asseio sanitário e banhos escassos já fazem parte do dia a dia em diversas regiões. A opção será o uso de descartáveis e buscar alternativas para o banho diário. Tendência de agravamento.

2 – Comércio: bares e restaurantes serão os mais afetados. Grandes centros de compras e lojas enfrentarão dificuldades para disponibilizar o uso do sanitário para consumidores. Demissões não estão descartadas.

3 – Indústria: as empresas que não disponibilizam tecnologias de reuso de água optarão pela redução de carga horária ou interrupção das atividades. Inevitável ajuste de quadros de funcionários.

4 – Ingestão: a realidade já bateu à porta. O aumento do preço da água engarrafada e de caminhões pipa para abastecimento coletivo é fato.

5 – Uso recorrente a poços e minas: rasos, artesianos ou profundos colocam em risco a saúde pública diante do conhecido histórico de contaminação do solo e das águas subterrâneas em todo o território da região metropolitana de São Paulo.

6 – Aumento de casos de doenças de veiculação hídrica: após anos de avanço na redução da mortalidade infantil, as conquistas do Plano Nacional de Saneamento estarão em risco face ao uso indiscriminado de qualquer água disponível. Crianças e idosos serão os mais atingidos.

7 – Lazer: inevitável interrupção de atividades em piscinas e clubes devido à demanda de reposição. Parques, praças públicas, cinemas, teatros restringirão o uso de banheiros.

8 – Serviços: lavagem de automóveis e lavanderias só a seco. Outros dependerão de poços profundos próprios.

9 – Educação: suspensão das aulas e interrupção do calendário de ensino.

10- Horti-fruti: inevitável aumento no preço e redução da qualidade de produtos já estão em curso.

O que se aproxima num futuro muito próximo tem protagonistas: a estiagem, a má gerência da Sabesp e a incompetência do governo Alckmin para lidar com um bem escasso e coletivo, proporcionando um cenário que costumava estar restrito à ficção.

 

 

O Alto Tietê chega ao volume morto, e o Cantareira, ao fio da navalha

 

1 represa do sistema cantareira na Grande São Paulo

Represa do Sistema Cantareira na Grande São Paulo

Represa do Sistema Cantareira na Grande São Paulo

Córrego Lafon, afluente do Rio Tietê

Córrego Lafon, afluente do Rio Tietê

Represa de Ponte Nova, em Salesópolis, exibe pedras em seu leito. Foto: Edson Martins

Represa de Ponte Nova, em Salesópolis, exibe pedras em seu leito. Foto: Edson Martins

Reservatório de Ponte Nova (28 de Setembro)

Reservatório de Ponte Nova (28 de Setembro)

Reservatorio de Taiaçupeba, Jundiaí (28 de Setembro)

Reservatorio de Taiaçupeba, Jundiaí (28 de Setembro)

Reservatorio do Rio Jundiaí (28 de Setembro)

Reservatorio do Rio Jundiaí (28 de Setembro)

 

por Sergiorgreis

 

De crítica, a situação dos principais mananciais que abastecem a região metropolitana de São Paulo está se tornando desesperadora.

A situação do Alto Tietê se encontra em um nível absolutamente adverso. E os próximos capítulos da crise tendem a ser similares aos já vivenciados no Cantareira, talvez com dramaticidade ainda maior. Lamentavelmente, a SABESP, pelo menos publicamente, não apresentou nenhuma mudança na forma com que o sistema tem sido conduzido: sem pressões da ANA, continuou a permitir vazões de saída elevadíssimas, sem restrições, uma prática similar à empreendida no Cantareira no final de 2013. Na medida em que aquele continua a ajudar este, vimos até mesmo o aumento dos padrões de decréscimo dos reservatórios ao longo dos últimos meses.

O ponto é que o plano “A” da SABESP, seja para o Cantareira, seja para o Alto Tietê, seja para os demais reservatórios – que começam, também, a atingir níveis cada vez mais preocupantes – é confiar em São Pedro, o mesmo que “nos abandonou” ao longo dos últimos anos. E, mais grave, a empresa e o governo não dispõem de outras saídas. Ainda que seja possível extrair todos os 25 bilhões de litros dos volumes mortos de Biritiba-Mirim e Jundiaí, todo esse adicional sequer garante mais um mês de sobrevivência para o Alto Tietê, e os estudos iniciais não apontaram para a possibilidade de sucção de mais volume morto do Sistema. Vale dizer que as três represas que ainda não secaram (Paraitinga, Ponte Nova e Taiaçupeba) possuem juntas cerca de 51 bilhões de litros (dois meses de consumo, nos padrões atuais).

O problema, já ressaltado em outras oportunidades, é que o transporte de água de Ponte Nova para Biritiba possui um limite operacional de 9 m³/s – ali a água não transita por gravidade. Mesmo que as bombas para retirar o volume morto de Jundiaí estejam prontas, teríamos um beco sem saída: as duas primeiras represas esgotariam em 82 dias (02 de Janeiro de 2015), e as três outras, mesmo com os volumes mortos inteiramente considerados, durariam 13 dias além disso (15 de Janeiro de 2014). Por certo, teremos algumas precipitações, até lá, que poderão vir a segurar a queda. Não será fácil manter o abastecimento até lá.

O que provavelmente ocorrerá, de agora em diante, é que as crises de desabastecimento passarão a ocorrer mais frequentemente e de forma mais disseminada. É difícil imaginar que um dia, subitamente, a água deixará de chegar até as casas das pessoas, mas é possível que os períodos sem água tendam a se tornar cada vez mais longos e menos intermitentes, até o colapso final – a ocorrer em algum momento de 2015 (ainda cerca de um ano antes da conclusão da primeira grande obra capaz de contornar, momentaneamente, o macroproblema), a não ser que tenhamos as maiores precipitações de todos os tempos. Também se intensificarão as disputas entre o próprio Governo de São Paulo e dezenas de municípios que conformam o Comitê PCJ, consoante avançarão as extrações dos volumes mortos do Cantareira e, assim, aumentarão os riscos de que diminuam as vazões a jusante para os rios que abastecem a região, formada por mais de 3 milhões de habitantes.

De uma forma que seria absolutamente inexplicável, não fosse o cenário eleitoral que perdura, a SABESP continua a gerir a crise sem tomar conhecimento algum a respeito de sua gravidade: seus porta-vozes dão declarações absolutamente desconectadas do cenário vigente, seus planos de contingência fazem previsões totalmente distantes daquilo que vem ocorrendo já há alguns anos, suas obras suplementares atrasam ainda mais do que antes. Nessa lógica, longe de afastar um pouquinho mais a inevitável falência de dois dos seis grandes sistemas de abastecimento de São Paulo, o Governo Alckmin, mediante a grave politização (no sentido negativo, antirrepublicano) da questão, acaba por contribuir para o agravamento da crise, se é que isso é possível. É incrível, simplesmente incrível, como não houve uma sinalização dessa gestão, até hoje, no sentido de reconhecer a profundidade inenarrável do óbice em questão – seria uma declaração mínima de humildade capaz de trazer a população para perto, uma admissão de que as medidas são ineficazes e que é preciso rever a estratégia. Mas o conceito de cidadania do governo é pobre demais para tanto: quem sabe, ficaremos sabendo de algo por meio dos relatórios a serem enviados aos investidores da Bolsa de Valores. Leia mais. Veja vídeos em comentários. A água em São virou luxo  

 

Lixo acumulado no Rio Tietê no bairro da Ponte Grande em Mogi das Cruzes. Foto: Tatiane Santos

Lixo acumulado no Rio Tietê no bairro da Ponte Grande em Mogi das Cruzes. Foto: Tatiane Santos

Ricardo Bermúdez

Ricardo Bermúdez

Reservatórios chegam a apontar 2% de água em Itu (Foto:TV TEM)

Reservatórios chegam a apontar 2% de água em Itu (Foto:TV TEM)

"Itu" procede do termo tupi Utu-Guaçu (cachoeira grande). Eduardo de Almeida Navarro diz que o topônimo procede do tupi ytu (cachoeira). O que resta de água é resto. Foto: TV Tem

Itu. Do tupi Utu-Guaçu (cachoeira grande). Eduardo de Almeida Navarro diz que o topônimo procede do tupi ytu (cachoeira). O que resta de água é resto. Foto: TV Tem

Moradores do bairro Cidade Nova, em Itu (SP), interditaram as duas pistas da Rodovia Waldomiro Correia de Camargo (SP-79), na altura do quilômetro 61, em protesto contra a falta d’ água. Este é a quarta manifestação em menos de 20 dias na cidade.

Bombas contra o povo de gás lacrimogêneo.

Maldade de Alckmin (PSDB), bombas de gás lacrimogêneo contra o povo. Água não tem não. 

Segundo a dona de casa Vanessa Santos, a manifestação começou depois que os moradores do bairro se revoltaram com a água que chegou nas torneiras neste domingo. “Estamos sem água em casa desde o começo do mês e quando chega fica só por uma hora e meia nas torneiras. Não aguentamos mais isso e depois de uma reunião resolvemos protestar”, afirma.

Algumas pessoas afirmam estar sem água há mais de um mês. E o governador Geraldo Alckmin diz que tem água de sobra.

Os moradores fecharam as duas pistas e queimaram pneus e colchões em sinal de protesto. Viaturas do Corpo de Bombeiros de Sorocaba e Itu foram acionadas para controlar as chamas.

Além do bairro Cidade Nova, moradores do Portal do Éden, bairro ao lado que não fazia parte do racionamento e que agora também sofre com os transtornos da falta d’água, também fizeram uma manifestação durante a noite. Um ônibus intermunicipal foi queimado.

Moradores interditam rodovia em Itu (Foto: Rogério Frederico Barcelli

Moradores interditam rodovia em Itu (Foto: Rogério Frederico Barcelli

Ônibus é queimado durante protesto. Foto: Diogo Nascimento

Ônibus é queimado durante protesto. Foto: Diogo Nascimento

Foto: Everton Mariano

Foto: Everton Mariano

Polícia de Alckmin não perde prostesto.  Foto: Vanessa Santos

Polícia de Alckmin não perde prostesto. Foto: Vanessa Santos

Protestos estão acontecendo noutras cidades, mas a imprensa esconde.

“A gente liga para a Águas de Itu, mas fica cerca de 30 minutos no telefone só ouvindo música e ninguém atende”, afirma o aposentado José Gomes. Isso é desgoverno. Sacanagem muita com o povo.

Diversas viaturas da Polícia Militar e da Polícia Rodoviária de Itu e das cidades da região foram acionadas para controlar a manifestação. Polícia nunca faltou em São Paulo. Na polícia militar, Alckmin comanda cerca de cem mil soldados estaduais, a terceira maior força armada da América do Sul. Tem mais de 50 mil policiais civis e contrata capangas de empresas de segurança. Veja vídeo de jornalista atingido por bala de borracha.  Água que é bem bão, não tem não.

 

ÁGUA EM SÃO PAULO DO PSDB DE ALCKMIN REELEITO

 

Payam Boromand

Payam Boromand

 

 

Marina-escolhe-o-PSB

A quem interessa pichar os muros de Pernambuco com a frase gritada em todos os municípios de que “o PT matou Eduardo Campos”?

Toda chacina, toda morte encomendada tem patrocinadores e executores, que são movidos, quanto mais alto o cargo da vítima, pelos mais altos interesses políticos e econômicos internacionais.

No caso de uma candidatura presidencial, pela importância econômica do Brasil, uma conspiração não se faz sem o apoio e a consequente denúncia de serviços de espionagem nacionais e estrangeiros.

Um atentado político contra Eduardo Campos, ou contra Aécio Neves, Marina Silva, Dilma Rousseff, Luciana Genro seria debatido na imprensa mundial, pelos governos do Primeiro Mundo e de países emergentes, por banqueiros, pelo FMI, pelo BRICS,  pelas multinacionais e partidos políticos.

Só Pernambuco embarca em uma campanha do voto justiceiro, para vingar a morte de Eduardo Campos.

Marina e as circunstâncias

maria-et-caeterva

Escreve Gilmar Crestani: Mas nem tudo foi ruim. A divina providência evitou que ela pegasse o mesmo avião do Eduardo Campos, mas não teve força suficiente para evitar que se espatifasse contra o muro de suas limitações. Outro ponto positivo foi trazer da ribalda Beto Albuquerque. Assim ficamos sabendo um pouco mais deste gaúcho defensor dos transgênicos. Neste caso, também serve de lição ao PT que serviu de escada a este alpinista. Quem cria cuervos

Com distúrbios mentais e candidato do PP. Tá explicado!

Son

Son

Ele tinha armas de destruição da massa encefálica. Prova disso é que já havia sido candidato pelo PP e agora estava apoiando Aécio Neves.

Um dia depois que este jihadista das hostes do PSDB/PP saiu do armário para aterrorizar funcionário de hotel, Eliane Cantanhêde faz verdadeira ode à violência na Folha. A porta-voz do PSDB, instrui Aécio Neves na melhor forma de bater. Bater, como toalha molhada, para não deixar sinal. Quem é mesmo que incita à violência. Isso aí por acaso é linguagem jornalística? A que nível ainda pode baixar os funcionários da D. Judith Brito para tentaram ajudar seus correligionários? Por a ANJ e o Instituto Millenium não se pronunciam contra esta incitação à violência praticada por seus membros? E não me venham com linguagem figurada? Há mais metáfora no energúmeno do Fidelix do que nesta toupeira. Não é a primeira nem será a última desta colonista de mau agouro!

eliane-cantanhede

Não é metáfora. Quando Fidelix pratica discurso de violência explícita está apenas se legitimando de uma linguagem que se tornou popular nos colonistas pertencentes aos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Da Veja, Zero Hora, Folha, Globo, a linguagem que legitima a violência é cotidiana.

Tanto a violência contra homossexuais como o racismo praticado em alguns estádios são resultado dessa linguagem chula, de incitação contra quem eles não gostam.

Certos colunistas da Veja e da Folha não estão preparados para viverem numa sociedade civilizada.

 

 

Boopo

Boopo

Aroeira

Aroeira

A candidata do PCO ao governo de Minas Gerais, Cleide Donária, foi agredida de maneira covarde por levantar a bandeira da extinção da Polícia Militar

PSOL

No dia 15 de setembro, a candidata ao governo de Minas Gerais pelo PCO, Cleide Donária, a única candidata mulher, trabalhadora e negra, foi agredida de maneira covarde quando se dirigia à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) de Venda Nova, como parte das atividades da campanha eleitoral.

Quando  transitava pelo canteiro central da Avenida Vilarinho, Cleide foi abordada por um elemento de aproximadamente 30 anos, vestido à paisana, que atravessou a rua e se dirigiu diretamente a encontra-la. Sem mais, aplicou um forte soco na altura do estômago da Cleide e a derrubou no chão, enquanto gritava com raiva e cuspia em cima da candidata que acabou ficando paralisada pela dor e a surpresa da agressão.

O agressor, que saiu das proximidades de uma casa de shows, fez questão de mostrar que portava uma arma enquanto gritava “Cadê o seu partidinho de merda para dissolver a PM?” “Dissolve a PM agora sua prostituta” “Sua negra vagabunda”.

Depois de ter batido e cuspido na Cleide várias vezes, o agressor acabou se afastando.

O acontecimento não faz parte de uma mera casualidade, de um ataque isolado de um desiquilibrado, mas revela os crescentes ataques contra a liberdade de expressão no Brasil, assim como acontece com os demais direitos democráticos.

Por que o fim da Polícia Militar?

A defesa das chamadas “políticas de segurança”, defendida pela direita e pela quase totalidade da “esquerda” nacional não é outra coisa senão o fortalecimento do braço armado do Estado capitalista e, consequentemente, da burguesia. Medidas como o aumento do efetivo policial e o aparelhamento das polícias militares necessariamente se voltam contra a população. A única maneira de garantir uma verdadeira segurança para a classe operária só pode acorrer com a dissolução da PM e a constituição de milícias populares para proteger os trabalhadores dos ataques do braço armado do Estado.

Até a própria ONU (Nações Unidas), que é um órgão controlado pelo imperialismo, tem se posicionado pelo fim da Polícia Militar, tal o escandaloso grau de violência e o alto índice de mortes causadas pelas PMs brasileiras. E o problema não reside na insuficiência do treinamento dos policiais, uma vez que o problema se encontra na estrutura da instituição e não na conduta individual de determinados membros da corporação. Isto fica ainda mais claro quando observamos a atuação da PM na história e na forma de agir que sempre segue a mesma tendência truculenta.

A morte de diversos jovens nas favelas e nos bairros da periferia, principalmente em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, fez com que esta se tornasse também uma das principais bandeiras dos movimentos sociais. No campo, o assassinato de camponeses diretamente pela polícia, ou por jagunços a serviços dos latifundiários, acobertados pela polícia, são rotineiros. O movimento estudantil também tem entrado em confronto em reiteradas ocasiões, com a polícia devido à presença da polícia em várias universidades.

Pelas bandeiras de luta da classe operária

Pelo fim das ocupações das comunidades operárias do Rio de Janeiro e de todo o País (UPP’s) pela PM e tropas federais, realizadas para defender os interesses dos especuladores imobiliários e outros tubarões capitalistas e para intensificar o terror contra a população pobre.

Acabar com a máquina de guerra e terror contra a população pobre e negra que é a Polícia Militar.

Pela dissolução da PM e de todo o aparato repressivo.

Abaixo a ditadura civil, pelos direitos democráticos dos trabalhadores e da população oprimida. Pelo direito irrestrito de greve; pela plena liberdade de organização sindical; pelo fim da censura, liberdade de expressão; pela liberdade para todos os presos políticos, fim dos julgamentos fraudulentos; pela punição para os assassinos dos trabalhadores.

Pelo direito da população a se armar. Substituição da polícia e do exército permanente e controlado pelo Estado por um sistema de milícias populares.

Contra a constituição golpista, por uma assembleia Nacional Constituinte, livre e soberana, onde as organizações sociais estejam representadas.

Por um partido operário, revolucionário e de massas (do qual o PCO é O MAIS IMPORTANTE NÚCLEO E O ÚNICO PARTIDO QUE DEFENDE DE MANEIRA CONSCIENTE ESSA PERSPECTIVA, que impulsiona esta política de forma consciente e organizada) que organize a vanguarda da classe operária e dos seus aliados e impulsione a mobilização dos explorados em direção à derrubada da ditadura capitalista e a sua substituição por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo e pela conquista do socialismo em escala internacional. (Causa Operária)

Cleide

por Jessica Santos de Souza – Coletivo AJA – Fotógrafos Ativistas

Foto Ponte Jornalismo

Foto Ponte Jornalismo

 

Reintegração de posse é sempre triste.

A PM sempre foi truculenta, mas nos últimos tempo não tem cumprido o combinado com os movimentos.

Não há mínimas condições de retirar as famílias e os policiais atacam senhoras e crianças sem nem piscar os olhos.

Até quando veremos imagens de crianças chorando e policiais fortemente armados. Até quando ouviremos nosso “nobres” colegas jornalistas tentando falar em vandalismo quando há uma legítima revolta?

O que você faria se estivesse indo para o trabalho e fosse atacado sem nem saber o porquê? Talvez corresse, talvez pegasse o primeiro objeto e tacasse de volta.

Solidariedade as famílias (FLM fala em pelo menos 800 pessoas) que só queriam um teto para morar e tiveram que passar horas cercadas por uma instituição que precisa ser desmilitarizada e repensada já que serve aos poderosos e não a população.

 

FOTO: Zanone Fraissat. Comenta Fotógrafos RESERVAMOS O DIREITO DE NÃO PUBLICAR NENHUM TEXTO COM ESSA FOTO. ESSE CLIQUE CAPTURA A REALIDADE.  O QUE VOCÊ VÊ?:

FOTO: Zanone Fraissat.                                                                                                                                                                  Comenta Fotógrafos Ativistas:                                                                                                                                        RESERVAMOS O DIREITO DE NÃO PUBLICAR NENHUM TEXTO COM ESSA FOTO.
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O QUE VOCÊ VÊ?:

FOTÓGRAFOS ATIVISTAS 

Editorial

 

SOMOS A POLICIA MILITAR…
E assim escutamos o refrão dessa música.
Isso se considerarmos isso uma música.

O FASCISMO nunca morreu, e nós estamos sofrendo repressões a cada ATO, a cada voz esbravejada da sociedade.
O FASCISMO nunca morreu, e nós estamos presos a cada AÇÃO, a cada caminhada em prol da Liberdade.
O FASCISMO nunca morreu, e nós estamos morrendo a cada REPRESSÃO, a cada luta a favor da MUDANÇA.

Sim, “isso” é a nossa Policia, aliás é a policia de quem aceita ter uma policia militar e despreparada…

Nunca apoiaremos a REPRESSÃO em todos os seus níveis.

 

 

 

 

 

 

“Num momento em que cresce o envolvimento de policiais em todo o tipo de crimes no Rio de Janeiro…”

 

br_extra. polícia bandido crime

 

Como sempre acontece: Mais “dois rapazes sem antecedentes criminais foram assassinados pela Brigada Militar”. O jornal “Pioneiro” insinua que jovens fichados pela polícia merecem ser trucidados.

BRA_PIO Polícia que mata brigada

caso claudia 2

Cláudia, por Marília Nobre

Cláudia, por Marília Nobre

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cláudia pão

 

Um grupo de soldados facínoras matou a dona de casa Cláudia, no Rio de Janeiro; e outro, veio buscar o corpo para levar para um cemitério clandestino. Aconteceu do cadáver cair da mala do carro dos coveiros cúmplices. Dizem que Cláudia ainda esta viva. Estamos em uma ditadura judicial/policial

 

Mulher arrastada por viatura da PM RJ

mulher-arrastada

arrastada

A justiça do Rio de Janeiro  solta os soldados coveiros que arrastaram o cadáver da doméstica Cláudia, quando saia de casa para comprar pão e leite para os quatro filhos, sendo dois adotados

A justiça do Rio de Janeiro solta os soldados coveiros que arrastaram o cadáver da doméstica Cláudia, quando saia de casa para comprar pão e leite para os quatro filhos, sendo dois adotados

Arrastada1

 

Os inquéritos policiais são risíveis. Quando o soldado do governador mata prevalece a velha desculpa da “resistência seguida de morte”.

 

BRA^SP_DDR investigação polícia

 

E para dar mais poder de fogo ao estado repressivo, ditatorial, o estado máximo apenas em uma suposta segurança, querem armar os guardas dos prefeitos

BRA^MG_EDM polícia guarda municipal

Os excluídos, os sem nada, os salário mínimo, que moram nas favelas, temem mais os assassinos dos governos oficiais do que os pés-raspados dos governos paralelos.

 

Pedro Augusto, 87 anos, pai de Marina Silva, há 36 anos vive em uma favela do Rio Branco, Acre. Apesar da filha rica e poderosa, jamais foi assaltado ou sofreu ameaça de sequestro.

Pedro Augusto, 87 anos, pai de Marina Silva, há 36 anos vive em uma favela do Rio Branco, Acre. Apesar da filha rica e poderosa, jamais foi assaltado ou sofreu ameaça de sequestro.

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